O candidato que se consulta com presidiário quer o desencarceramento em massa dos criminosos

É preciso saber o que diz o plano de governo de cada candidato para saber quais são suas intenções. O de Fernando Haddad, que foi organizado para Lula, denota o recrudescimento de políticas esquerdizantes que haviam sido colocadas de lado lá em 2003, quando o PT chegou ao poder maquiando a imagem de seu líder. Dessa vez, nada de “Carta ao povo brasileiros” ou acenos ao mercado.

O conteúdo beligerante do documento é explicito, mas não apenas em áreas como economia, comunicação e cultura. Quando trata de segurança pública, um dos temais mais importantes da atual conjuntura brasileira, o faz de forma ideológica, na contramão dos anseios da sociedade por lei e ordem.

No item 3.4.3, intitulado “Plano Nacional de Política Criminal e Penitenciária”, há a seguinte proposta:

“Em conjunto com o sistema de justiça criminal, será preciso investir na gestão penitenciária capaz de promover reintegração social e não mais a retroalimentação de mão de obra das organizações criminosas. Para isso, o governo vai investir na reforma da legislação para reservar a privação de liberdade para condutas violentas e promover a eficácia das alternativas penais. Isso ocorrerá por meio de um Plano Nacional de Política Criminal e Penitenciária que estabeleça uma Política Nacional de Alternativas Penais.”

Na prática, o plano de governo do PT propõe restringir a prisão para apenas determinados tipos de crimes. Seriam punidos dessa forma só aqueles que atentassem contra a vida. Os demais responderiam por outros meios. É o caminho aberto para a impunidade. Ladrões, assaltantes e corruptos poderiam desfrutar de penas alternativas. Iriam para casa tanto os batedores de carteiras quanto aqueles que recebem ou pagam propina.

Toda semana, Fernando Haddad vai até Curitiba, onde se consulta com Lula, que se encontra preso após ser condenado pelo seu envolvimento no Petrolão. Não é de se surpreender que alguém que recebe ordens de um apenado e que teve sua candidatura lançada na frente de uma carceragem queira facilitar a vida dos criminosos.

Confira Fernando Haddad defendendo o desencarceramento:

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