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Educação

Escola privada de Passo Fundo revolta comunidade com linguagem não-binária

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Cada vez mais o uso de instrumentos de difusão da ideologia de gênero tem gerado ondas de críticas nas redes sociais. Escola se defende com nota irônica e repleta de erros de gramática

Circulou nesta semana nas redes sociais mensagem da Escola St Patrick, de Passo Fundo, para os pais, na qual anunciava o retorno das aulas. O que mais estranhou foi o início da mensagem, em que se fazia uso da linguagem não-binária (ou neutra):

Muitos correram até as redes sociais da escola para criticar a mensagem. As postagens foram removidas e não era possível fazer a avaliação da escola, como comumente é possível nas páginas oficiais.

Em resposta, a escola emitiu um comunicado bastante irônico e com erros de gramática inaceitáveis, já que partiu de uma instituição de ensino. Veja:

NO final do ano passado, a Lócus publicou matéria cerca do Projeto de Lei da deputada federal Caroline de Toni (PSL-SC) quer tornar obrigatório o ensino correto da Língua Portuguesa. Conforme consta no preâmbulo do projeto: “Estabelece medidas de proteção ao direito dos estudantes brasileiros ao aprendizado da língua portuguesa de acordo com a norma culta e orientações legais de ensino, na forma que menciona.”

A linguagem não-binária quer que pronomes masculinos e femininos sejam substituídos por pronomes neutros. Ao invés de alguém escrever “ela é uma menina bonita” ou “ele é um menino bonito”, reescreveria “el é ume menine bonite”. Para os defensores desta proposta, quer-se, em síntese, preservar a individualidade de cada pessoa, evitando associar um pronome de gênero à aparência da pessoa. Obviamente, isto não é uma questão de respeito, mas de uma total intolerância com a realidade, com aquilo que as pessoas veem. Em suma, o que se quer é evitar qualquer indicação de gênero de uma pessoa através da linguagem.

As escolas devem procurar garantir que seus alunos tenham acesso a um ensino de qualidade, deixando as famosas “lacradas sociais” para pessoas menos responsáveis com o aprimoramento do sistema educacional brasileiro. Isso deve ser ainda sobremodo pelas escolas particulares, já que pais costumam gastar uma parcela substancial das suas rendas a fim de garantir um ambiente adequado de aprendizagem para os seus filhos.

A equipe da Lócus procurou a escola St Patrick para se manifestar sobre o assunto. Até a data desta publicação, não houve qualquer retorno.

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