Márcia Tiburi e o faniquito stalinista

Márcia Tiburi

Quando a escritora Márcia Tiburi entrou nos estúdios da Rádio Guaíba para debater sobre o julgamento de Lula, não sabia que seu contendor seria o jovem Kim Kataguiri, coordenador nacional do Movimento Brasil Livre. Assim que o reconheceu, ela anunciou que não iria “sentar com esse cara” e que iria embora. A mulher, autora do livro “Como dialogar com um fascista”, pegou suas coisas e se retirou da sala, mas não sem antes chamar Kataguiri de “indecente” e “perigoso”.

Perigoso que é, Kataguiri chegou ao local e cumprimentou Márcia Tiburi com um beijo na bochecha.

O faniquito é revelador do comportamento padrão dos intelectuais e militantes de esquerda. Por trás da pose inclusiva e tolerante, se esconde a alma stalinista que não apenas rejeita o debate como também conserva ódio também pelo debatedor. Colocado em prática tendo uma estrutura de poder como alicerce, esse modus operandi resultou em expurgos e gulags.

Confira o vídeo completo do faniquito de Márcia Tiburi:

 

 

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