Lula usa a tática do Hamas para não ir preso

Uma das táticas consagradas pelo Hamas é a utilização de palestinos como escudos humanos. Arsenais, esconderijos e armamento são costumeiramente escondidos em ambientes compartilhados ou abaixo de prédios civis. Com isso, quando Israel localiza os alvos e ataca, acaba muitas vezes mantando inúmeras pessoas. Os cadáveres destes acabam sendo usados pelo grupo terrorista, que insufla o discurso de guerra fazendo das vidas daqueles que pretensamente defendiam peças de propaganda das suas causas. 

Uma situação muito similar acontece nesse momento na cidade de São Bernardo do Campo, berço político de Lula. O ex-presidente, condenado a uma pena de doze anos e um mês por corrupção e lavagem de dinheiro, se aquartelou em um sindicato. Lá ele permanece, cercado de militantes políticos.

Se os terroristas do Hamas usam a população para se proteger, Lula usa os idiotas-úteis de seu partido para não ir preso. É tudo sangue barato. Na cotação petista, o peão que for sacrificado não custará mais que um sanduíche de mortadela.

Havia a clara expectativa de que a mobilização em torno de Lula resultasse em um conflito com a Polícia Federal. O objetivo era claro: obter um banho de sangue para ser explorado dentro da narrativa de esquerda. Felizmente, as forças de segurança não caíram na armadilha. Permaneceram sóbrios, apesar das provocações, ofensas e do flerte do réu em não obedecer a decisão judicial.

Se tivesse o mínimo de hombridade ou senso de responsabilidade, Lula pediria para que seus acólitos se afastassem com a chegada da polícia. Preferiu instigar a mobilização para ver o quebra-quebra do alto de seu bunker mambembe. Como típico bandido encurralado, impôs condições para fazer o que lhe foi determinado pela lei. Antes de ir em cana, quer ir a uma missa em homenagem a sua falecida mulher, a quem não pensou duas vezes antes de tentar responsabilizar pelos crimes que ele mesmo cometeu.

Sergio Moro não errou ao ser cortês com o ex-presidente. Ao possibilitar que Lula voluntariamente se entregasse, prestou homenagem institucional ao cargo já exercido pelo ora condenado. O ex-presidente, por sua vez, preferiu se portar como o típico bandido encurralado. Mas o que esperar de quem copia descaradamente os métodos de um grupo terrorista?

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