Monja Coen: zen, lulista e antibolsonarista

Em meio a discussões sobre as novas medidas restritivas de visitas a Lula, um dos pontos levantados está relacionado à violação do direito a assistência religiosa. O que chamou atenção foi a participação da Monja Coen, a líder espiritual pós-moderna e autora de uma série de livros de autoajuda (imagem abaixo), nas manifestações pró-Lula. Sim, isso havia passado despercebido por muitos. Agora, ela soma esforços nas críticas a Jair Bolsonaro.

No momento das manifestações pela soltura do ex-presidente, ela havia declarado, após uma das suas muitas visitas a ele: “Lula é digno. Incomoda porque é honesto, correto e pensa em todos”. 

Abaixo, algumas das postagens dela e de alguns de seus seguidores:

Paulo Pimenta, deputado federal pelo PT-RS, uma das novas lideranças do Partido, acusado recentemente de operar esquema de fraude na fronteira do RS que lesou produtores rurais da cidade de São Borja em pelo menos R$ 12 milhões, também compartilha dos minutos de sabedoria da Monja:

A Mídia Ninja, um tentáculo midiático de apoio ao PT, publicou menção da líder espiritual a Bolsonaro:

De uns tempos para cá, poucas notícias circulam sobre o envolvimento político da Monja Coen. Talvez depois de muito passar vergonha, tenha lido seus livros e aprendido a se calar. Triste de um país onde cada vez mais seus líderes espirituais ou estão envolvidos em política abertamente ou em algum esquema de desvio de dinheiro e abuso sexual. As feridas causadas pelos anos de PT ainda levarão muitos anos para serem curadas.

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