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Projeto Guardião é a solução para os problemas da segurança em Passo Fundo?

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A união de esforços entre a iniciativa privada e o poder público gerou a possibilidade da ampliação do sistema de videomonitoramento em Passo Fundo. Buscando o exemplo de Marau, nosso município pretende ampliar das 28 câmeras de vigilância existentes para 150 equipamentos espalhados pela cidade, através do Projeto Guardião.

A iniciativa, que teve como entidade propulsora a Acisa, ganhou apoio do setor público quando os vereadores destinaram parte do orçamento municipal para sua implementação – ao todo são necessários R$ 2,5 milhões.

Para saber mais sobre o assunto, o Lócus ouviu o vereador Márcio Patussi, que liderou a Frente Parlamentar de Segurança Pública na Câmara Municipal. Segundo ele, o projeto prevê a instalação de câmeras nos acessos da cidade, bem como disponibilizará câmeras móveis que poderão ser utilizadas em eventos públicos.

Eu acredito no uso da tecnologia associada ao trabalho do serviço público. Facilita, desburocratiza e especialmente na segurança pública tem um fator da resolução das ocorrências muito grande. Em Marau, a Polícia Civil conseguiu resolver muitas investigações a partir do monitoramento, pois é possível saber quais foram as circunstâncias do fato, que resulta numa solução judicial efetiva”, afirmou o vereador.

Além disso, o Guardião apresenta uma tecnologia que permitirá a identificação de pessoas suspeitas através da roupa que estavam vestindo no momento de um delito, por exemplo, ou a verificação da placa de um carro e sua posterior localização nas ruas da cidade.

Assista à entrevista completa e conheça outros detalhes do Projeto Guardião

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Saiba como os agricultores de Passo Fundo se organizaram para protestar contra a caravana de Lula

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O dia 23 de março está marcado na história da cidade de Passo Fundo. Nessa data, a sociedade civil manifestou sua contrariedade em relação à visita do ex-presidente Lula e sua comitiva para inaugurar a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Tratava-se, evidentemente, de um evento com claro viés político.

O Sindicato Rural foi uma das entidades que liderou os protestos. Alegando a imoralidade de um político condenado pela Justiça utilizar um espaço público para se autopromover, os agricultores da cidade se postaram em frente a UFFS e na entrada de Passo Fundo, por onde a comitiva iria passar.

Leia também no Lócus: O dia em que Passo Fundo fechou as portas para corrupção

Jair Dutra Rodrigues, presidente do Sindicato Rural, foi entrevistado pelo Lócus para falar sobre esse dia. Ele explicou que os produtores rurais foram ofendidos pelo petista ao serem chamados de caloteiros:

“Nos vínhamos acompanhando a caravana do ex-presidente Lula e da ex-presidente Dilma por diversas cidades do Rio Grande do Sul. Nos reunimos somente no dia anterior no Sindicato Rural por cobrança de associados nossos, de produtores e de outras entidades do município. Determinamos o que faríamos. Achamos um absurdo uma pessoa sem cultura nenhuma vir inaugurar uma universidade. Lula nos chamou de caloteiros, mas cada produtor rural que vai fazer financiamento deixa algo em garantia: ou área de terra ou a safra que ele está plantando. Ele, como ex-presidente, sabe que não é verdadeiro o que ele mesmo disse”.

Assista ao vídeo completo:

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UFRGS quer selecionar alunos com viés ideológico demarcado ou doutrinar até na prova do vestibular?

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Doutrinação ideológica no vestibular da UFRGS

Uma das perguntas da prova do vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), aplicada em janeiro de 2018, deixou claro o viés ideológico dos examinadores. A questão de número 22 da prova de História afirmava que o pensador liberal Milton Friedman havia atuado como conselheiro econômico de Augusto Pinochet, militar que comandou o Chile nas décadas de 1970 e 1980.

O problema é que a afirmação contida no enunciado da questão é falsa. O vereador Ricardo Gomes, do Partido Progressista de Porto Alegre, concedeu entrevista ao Lócus On Line explicando como foi a repercussão desse erro histórico justamente na prova de História de um dos concursos vestibulares mais importantes do país.

Havia, na questão, uma mentira. Essa acusação foi desmentida pelo próprio Friedman, que negou diversas vezes ter atuado como conselheiro de Pinochet”, declarou Gomes.

A UFRGS, como universidade pública, deveria ter isenção ideológica, mas os examinadores preferiram seguir uma fonte indireta de uma autora canadense ao invés da fonte primária do próprio Milton Friedman, que negou ter feito qualquer assessoria a Pinochet. Isso mostra o viés ideológico da prova de história da UFRGS. Pergunto: qual é o interesse? É a seleção de alunos com viés ideológico demarcado ou é doutrinar até na prova do vestibular? ”, questionou.

Esse fato levanta a indagação sobre a doutrinação promovida por professores em sala de aula, tema também abordado durante a entrevista.

Assista:

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Especialista expõe ideologia de gênero e como esta destrói o senso de identidade nas crianças

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A população brasileira rejeitou a ideia de inserir a Ideologia de Gênero no Plano Nacional de Educação, doutrina para a qual a diferença entre sexos não passa de uma construção social. A vontade popular prevaleceu sobre a decisão do Congresso Nacional que, em 2014, também foi contrário à proposta.

Ideologia de gênero: uma verdadeira confusão

O Ministério da Educação – desconsiderando o posicionamento contrário dos congressistas – insistiu na proposta e enviou os modelos dos planos para as instâncias legislativas estaduais e municipais, não aprovadas em cerca de 95% delas – também por conta da mobilização popular.

A professora Fernanda Takitani, especialista no tema, foi entrevistada pelo Lócus, para a qual, quanto mais profundo se vai ao assunto, mais se percebe o caráter ideológico e perverso do conteúdo.

 

“Os defensores dessa teoria dizem que não existem mais os sexos feminino e masculino e que existem somente os papéis de gênero. A partir disso, se esvazia qualquer conceito de homem e mulher, passando a se referendar somente a existência de papeis que podem ser tantos quantos houver pessoas no mundo”, explica.

Conforme Fernanda, não havendo possibilidade de conceituação, não há como se falar em identidade de gênero. “Através dessa teoria, se acaba com qualquer possibilidade de identidade entre as pessoas. Se apaga qualquer possibilidade de reconhecimento entre iguais”, destaca.

“Se ensinarmos para uma criança que um homem pode ser homem ou mulher, ou qualquer outra coisa que desejar ser, isso irá causar uma confusão filosófica dos infernos”, revela.

Para maiores esclarecimentos sobre o assunto, acompanhe a entrevista completa no link:

 

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