A intifada de Gleisi Hoffmann

A Senadora Gleisi Hoffmann, réu na Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, gravou um vídeo para a emissora Al Jazzera, do Catar. Em seu “pronunciamento”, a atual presidente do PT faz uma convocação:

“Me dirijo ao mundo árabe […] para denunciar que o ex-presidente Lula é um preso político em nosso País. Lula é um grande amigo do mundo árabe. Ao longo da história, o Brasil recebeu milhões de árabes e palestinos, mas Lula foi o único presidente que visitou o Oriente Médio”

Ao descrever Lula como “amigo do mundo árabe”, Gleisi apela ao senso de caridade dos muçulmanos. Deve sonhar com aqueles tipos barbudos, paramentados com turbantes, tomando as ruas do Cairo, de Teerã e de Bagdá em nome da jihad petista contra a Justiça brasileira.

Gleisi prometeu que pessoas morreriam caso Lula fosse preso. Nada aconteceu. Incapaz de provocar uma guerra civil no país, agora ela tenta motivar uma revolta árabe contra a prisão do ex-presidente. Quer liderar uma intifada. Para isso, conta com os mujahideens da mortadela e da tubaína.

Já faz tempo desde que Gleisi atravessou o Rubicão da liberdade de expressão. Trata-se de uma parlamentar atacando a institucionalidade de seu país. Suas manifestações são pura incitação ao crime, e agora colocam a segurança nacional em risco, mesmo que nada aconteça. Está na hora de esta senhora ser enquadrada. Se não pela lei, ao menos por uma junta médica.

Íntegra do vídeo:

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