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Passo Fundo

Passo Fundo é uma cidade segura?

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Necessidade de policiamento ostensivo em Passo Fundo foi assunto de Ronaldo Rosa no seu Grande Expediente

Ronaldo Rosa, fazendo uso da tribuna como Orador do Grande Expediente, relatou encontro com o Comandante do 3º Regimento de Polícia Montada (RPMon), Tenente Coronel Volnei Ceolin, e o Chefe de Operações, Capitão Diogo Franco, sobre as reivindicações na área da segurança pública em Passo Fundo.

Para o parlamentar, o assunto merece ser discutido não só pelos problemas na segurança já conhecidos pela população, mas sobretudo pelo fato de a campanha presidencial de Jair Bolsonaro ter feito promessas consistentes de combate ao crime e outros delitos comuns.

Ronaldo abordou dois temas principais. O primeiro está relacionado com o problema do consumo de bebidas alcoólicas em lugares públicos no Município. Em outras sessões plenárias, parlamentares relataram os mesmos problemas relacionados ao descumprimento das leis que tratam dessa matéria.

O segundo tema está relacionado com o Parque da Gare. Conforme relatos de vigilantes, o local tem sido utilizado para consumo de drogas, violência contra animais e outros ilícitos. Ronaldo justificou que a necessidade de maior policiamento sobre o parque é devido ao número de pessoas que circulam no local com a chegada do Verão.

Com relação ao consumo de alcoólicos, o Comandante Ceolin explicou que a legislação municipal não dá competência à Brigada Militar, que atua em apoio quando solicitado pelo órgão municipal responsável pela fiscalização e aplicação da infração administrativa (que não é penal). Ainda, admitiu as limitações pela deficiência de efetivo para estar permanentemente nas praças. Entretanto, afirmou que os policiais da Brigada Militar estão preocupados e desenvolvem operações que possam oferecer paz e tranquilidade para a população.

O Comandante destacou que a população precisa redobrar o cuidado com a própria segurança, agindo preventivamente. Atitudes como não caminhar ostentando celular e outros objetos de valor e redobrar a atenção ao entrar e sair de veículos são muito importantes e podem evitar uma série de incidentes.

Conforme dados informados pela Brigada, nos 22 municípios de abrangência do 3º RPMon, seria necessário um efetivo em torno de 600 servidores para atender a todas as demandas. No entanto, há somente 280 policiais.

O vereador Renato Tiecher fez uso do aparte para lembrar que a lei que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos é de sua autoria. Mesmo assim, destacou que é deficiente quanto ao cumprimento. Lembrou, entretanto, que no momento em que levou o Projeto ao Plenário, foi com o amparo não só da Brigada, mas do Ministério Público e outros órgãos que cobravam que medidas legais fossem aprovadas. Para ele, o problema não é o consumo em si, mas o comportamento daqueles que se excedem. 

O vereador Alex Necker também fez uso do aparte explicando que, em audiência pública que antecedeu a aprovação da Lei, o então comandante da Brigada disse que a mesma bastava para que pudessem agir diante dos infratores. Entretanto, recordou que na época foi mencionado que seria de difícil cumprimento. Para o vereador, um trabalho educativo é mais eficaz a longo prazo.

Veja a seguir o vídeo do Grande Expediente do vereador, que ocorreu durante a Sessão Plenária do dia 31/10/2018:

Passo Fundo

Em votação dividida, vereadores reprovam subsídios às empresas de transporte

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A medida estava sendo amplamente criticada pelos setores da sociedade.  Na dicotomia “salvar o sistema público de transporte” e “controle dos gastos públicos”, prevaleceu o segundo

A pandemia veio como uma avalanche sobre a economia brasileira. O “fique em casa, a economia a gente vê depois” mostrou ser mais um jargão politiqueiro do que uma solução para a crise que se instalava não só na saúde, como nas finanças como um todo: empresas fechadas, setores com baixa demanda, demissões em massa. Isso sem contar naqueles que, amparados pela força estatal, submeteram empresários a prisões forçadas ou vendo seus negócios lacrados por agentes de saúde. Um fiasco.

Consequentemente, a conta um dia viria. Sobre o setor de transporte público, é evidente que seu uso depende de que o resto esteja em pleno funcionamento. A pandemia diminuiu consideravelmente os números do setor. Com restrições, as pessoas se obrigaram a valer de outras formas de locomoção. Com muitos desempregados, o Uber e outros aplicativos se tornaram opção para muitos. Uma corrida de Uber, em muitos casos, estava “pau a pau” com uma passagem de circular urbano, o que prejudicou ainda mais as finanças de empresas como a Coleurb e a Codepas, de Passo Fundo.

Na Câmara de Vereadores de Passo Fundo, em regime de urgência, de autoria do Poder Executivo Municipal, o PL 107/2022 queria garantir cerca de R$ 8 milhões para as duas empresas municipais. Para uns, a medida não implicava “apoio às empresas”, mas a “salvação do setor público de transporte urbano” – muitos já não caem nessa conversa. Para outros, a pandemia afetou quase que a totalidade dos empresários e setores da economia, sendo injusto o destino de tanto subsídio concentrado em duas empresas. E as demais, como ficam?

Por 11 votos contrários a 9 favoráveis, o subsídio foi reprovado.

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Passo Fundo

Dinheiro para a COLEURB: Pedro Almeida mandou um projeto ridículo, horrível e vergonhoso para a Câmara de Vereadores

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dinheiro para a coleurb

Estes três adjetivos deram o tom da entrevista coletiva concedida pelos vereadores da oposição em Passo Fundo, sobre o Projeto de Lei que quer subsidiar a Coleurb e a Codepas

Os vereadores da oposição chamaram a imprensa de Passo Fundo para uma coletiva nesta quarta, 7 de dezembro. A apresentação foi liderada pela vereadora trabalhista Professora Regina, que conduziu com maestria o evento responsável por esclarecer a posição dos oposicionistas sobre o PL 107/2022 e escancarar o amadorismo do Executivo no envio do pobríssimo texto para a casa, em regime de urgência.

Também participaram da coletiva os vereadores Ada Munaretto (PL), Rufa (PP), Ernesto dos Santos (PDT), Eva Valéria Lorenzato (PT), Tchequinho (PSC), Gleison Consalter (PDT), Rodinei Candeia (Republicanos) e Sargento Trindade (PDT).

Veja também: Prefeito Pedro Almeida quer dar dinheiro para a COLEURB. Você concorda com esta farra? e Subsídio para COLEURB é um verdadeiro saque ao dinheiro público.

Existem dois grupos distintos de vereadores contrários ao subsídio entre os oposicionistas: os que não querem dinheiro público na mão de empresas privadas de qualquer maneira e os que não querem liberar os valores sem uma melhor transparência e garantia de contrapartidas, como prestação de contas e manutenção dos empregos. No primeiro grupo, destacam-se Ada, Tchequinho e Candeia.

“Ridículo e horrível” foi a definição dada pelo vereador Gleison Consalter para o projeto, destacando que várias empresas foram afetadas pela pandemia, não apenas as de transporte. “Vergonhoso” ficou a cargo de Tchequinho, que lembrou das dificuldades habitacionais na cidade, como nas ocupações na região do Bourbon, e agora “querem dar dinheiro para a Coleurb”.

Coletiva sobre o PL 107/2022. Foto: Câmara de Vereadores de Passo Fundo.

Nota-se que o prefeito está queimado com este grupo de vereadores. O chefe do executivo mandou um projeto ruim para a Câmara, o que gerou a elaboração de diversas emendas na casa que agora recebe insinuações de má-vontade, de estar “trancando a pauta” e até usando o caso para objetivos eleitorais de olho em 2024. Insinuações repudiadas com veemência e pronunciamentos inflamados de Ada e Candeia.

Coleurb e Codepas provavelmente receberão este dinheiro, mas não será tão fácil como pretendia a prefeitura e o grupo político que comanda a cidade desde 2013. O povo de Passo Fundo terá que sofrer mais um pouco até o segundo capítulo desta novela, com a licitação do transporte público de fato. Este, só Deus sabe quando sai.

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Passo Fundo

Passo Fundo terá nova edição do evento “O Despertar da Direita”

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O evento está previsto para o próximo dia 6, às 19h, na sede do Sindicato Rural

Na sua 4ª edição, o evento “O Despertar da Direita” contará com a palestra “Para onde o STF está levando o Brasil“, do vereador Rodinei Candeia (Republicanos), no Sindicato Rural, em Passo Fundo.

A seguir, é possível ver o texto de divulgação pelos organizadores do evento, além de link para inscrição. No card, logo abaixo, é possível visualizar mais informações sobre horário e endereço do local.

A Constituição Federal não foi rasgada.

Foi rasgada, pisada, queimada… E agora está sendo reescrita.

O Supremo Tribunal Federal (STF), que deveria servir ao povo, revelou-se uma quadrilha que, a cada canetada, coloca mais uma algema nos punhos da população.

Onde isso vai parar? Que Brasil estamos deixando para as próximas gerações?

Após 3 anos em silêncio, O Despertar da Direita está de volta. Para ajudar a lançar luz em um momento tão obscuro, faremos o primeiro de muitos encontros. Neste, teremos uma palestra sobre o tema Para onde o STF está levando o Brasil?, com o convidado Rodinei Candeia.

Sua entrada é 100% gratuita, mas pedimos que confirme sua presença entrando no grupo oficial do evento, tocando no link:

https://chat.whatsapp.com/J5L4i4nUfREJfm6JEsExCy

Divulgue para seus amigos interessados. Precisamos nos unir.

O Despertar da Direita

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