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USP sediará Ato Público “Tod@s com Jean Wyllys: em defesa da democracia”

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Nesta terça-feira (29), a Faculdade de Direito da USP (Largo São Francisco) vai sediar o Ato Público “Tod@scom Jean Wyllys: em defesa da democracia”, promovido pelo PSOL e o Centro Acadêmico Onze de Agosto. O evento está sendo divulgado na página do PSOL e pelo Facebook.

Segundo consta no site do PSOL, o evento terá a presença de juristas, lideranças partidárias, intelectuais, artistas e movimentos sociais para apoiar a decisão de Jean Wyllys. No comunicado, informam que: “Entendemos que sua saída se dá por uma degradação da democracia nacional, já que mesmo eleito pelo povo, o Deputado não se sente seguro para assumir seu próximo mandato.

Na página do Facebook, a justificativa do evento se dá nos seguintes termos: “A decisão de Jean Wyllys de não assumir um novo mandato como deputado federal é um duro golpe que mostra o estado de degradação da democracia brasileira. Quando um parlamentar não se sente seguro para cumprir o mandato ungido pelas urnas, é porque as liberdades democráticas estão em perigo. Por isso reuniremos pessoas que se preocupam com a situação do país, repudiam as mentiras difundidas na internet e defendem a democracia para dizer, em alto e bom som: estamos com Jean Wyllys!

Entre as presenças confirmadas estão:

Guilherme Boulos
Manuela D’Avila
Fernando Haddad
Laerte Coutinho
Amelinha Teles
Ana Cañas
André Naves
Antônio Carlos Mazzeo
Daniela Liborio
Edson Carneiro Índio
Erica Malunguinho
Fernando Morais
Isa Penna
Ivan Valente
João Paulo
Juliano Medeiros
Marianna Dias
Monica Benicio
Revolta da Lâmpada
José Trajano
Vladimir Safatle

Há muitas polêmicas em torno da decisão do parlamentar de sair do Brasil. No entanto, a equipe da Lócus espera informações mais seguras antes de divulga-las. 

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A instabilidade emocional é o custo imediato da democracia

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Dom Beltrand, numa palestra em Caçapava/SP, em 1992, à Fundação Nacional do Tropeirismo, falou de estudos que mostram os efeitos nocivos da democracia para a população têm o mesmo efeito daqueles sobre os filhos que são criados em núcleos familiares instáveis, com brigas, insultos, violência. A alternância democrática, a cada quatro anos, causa feridas que, logo quando sanadas, voltam a se formar.

Quando assisti ao vídeo acima, poucos anos atrás, esse argumento pareceu bastante sensato. Em 2018, por exemplo, quantos foram aqueles que, aos prantos, ficaram horrorizados com a vitória de Bolsonaro: homossexuais diziam que seriam perseguidos, feministas temiam o recrudescimento da violência contra a mulher, corruptos apavorados com presas. Por todos os lados, uma choradeira democrática sem precedentes. Todos esses temores, obviamente, não se confirmaram.

Agora, o cenário é outro. Lula candidato é como aquele sujeito que vai a uma festa somente para importunar aqueles que querem se divertir. Sua presença nas eleições é sinônimo de algazarra. A esquerda gosta dessa bagunça, da agitação, da insegurança, do terror. Lula visita traficantes, justifica pequenos furtos de delinquentes, promete abertamente caçar os seus opositores, se restar vitorioso. A direita e os conservadores que se preparem.

Numa recente entrevista de Leonardo Boff, um esquerdista da velha guarda que se posta como líder espiritual, afirmou com todas as letras que conversa seguidamente com Lula e que o discurso do descondenado é moderado. Sim, “moderado”. Se ele vencer, de acordo com Boff, o bicho vai pegar. Eles falam isso abertamente e muita gente custa acreditar.

A democracia nos custa, a cada dois anos (levando em consideração as eleições municipais), muitas noites de sono. Ponto para Dom Beltrand. Mesmo que Lula perca, a dor de cabeça foi muito grande.

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Eva Lorenzato: “No Brasil e no mundo, as pessoas reconhecem o trabalho do PT”. Tchequinho não poupa

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Já se passou o tempo em que defender ex-presidiários era sinal de imoralidade. Eva Lorenzato é uma amostra destes tempos

Lula esteve na Europa recentemente. A agenda incluiu o presidente da França, Emmanuel Macron, o futuro chanceler alemão Olaf Schulz, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que disputará as eleições presidenciais francesas, o ex-premiê da Espanha José Luís Zapatero e o prêmio Nobel de Economia em 2001, Joseph Stiglitz. Na Espanha,  com o atual premiê espanhol, Pedro Sánchez.

Em Madri, Lula participou na quinta, 18, da abertura de um seminário de cooperação multilateral e recuperação em um cenário pós-Covid-19. Na ocasião, defendeu a quebra de patentes de vacinas para ampliar a igualdade no acesso aos imunizantes.

Em Paris, o ex-presidente foi recebido no Palácio do Eliseu com honras de chefe de Estado por Macron, um desafeto de Bolsonaro. Ao francês, Lula defendeu uma nova governança global e discutiu ameaças à democracia e aos direitos humanos. E por aí vai…

Eva Lorenzato (PT) não perdeu a oportunidade de enaltecer a participação do ex-presidente no cenário europeu. Para ela, o mundo inteiro reconhece o trabalho do Partido dos Trabalhadores e do PT: “Muito orgulho nós temos do estadista que Lula está sendo”. Veja:

Tchequinho (PSC), que não poupa críticas para se referir ao ex-presidente: “Ficou 16 anos saqueando o Brasil, e agora fica dando palestra dizendo que vai resolver os problemas do país”. Veja:

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Candeia critica fala de Toffoli sobre Poder Moderador e semipresidencialismo no Brasil

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Durante o 9.º Fórum Jurídico de Lisboa, o ex-presidente do Supremo afirmou que hoje o Brasil vive um “semipresidencialismo com um controle de poder moderador que hoje é exercido pelo Supremo Tribunal Federal. Basta verificar todo esse período da pandemia”. O evento foi organizado pelo supremo magistrado Gilmar Mendes.

Para Candeia, essa afirmação é o mesmo que dizer que houve uma mudança constitucional sem a participação do Congresso Nacional. Veja:

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