Ministério da Justiça emitiu nota desmentindo Jean Wyllys

Parece que o discurso vitimista de Jean Wyllys está cada vez mais desacreditado não só entre os seus seguidores, como também pelas autoridades nacionais. Em nota, o Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP) desmente as últimas declarações do parlamentar.

Jean Wyllys, o ex-BBB eleito em três oportunidades para deputado federal pelo estado de São Paulo, decidiu abrir mão do último mandato em função das ameaças sofridas nos últimos tempos. Ainda, emitiu declarações nas quais assegura que a própria comunidade LGBT tem criticado e atacado seu trabalho.

Algumas polêmicas têm sido lançadas em relação à fuga do deputado federal do Brasil, inclusive sendo apontado como um dos mandantes da tentativa de assassinato do presidente Jair Bolsonaro. No entanto, não há qualquer pronunciamento das autoridades sobre o assunto e nem qualquer acusação formal.

Na última terça-feira (29), a Faculdade de Direito da USP (Largo São Francisco) sediou o Ato Público “Tod@scom Jean Wyllys: em defesa da democracia”, promovido pelo PSOL e pelo Centro Acadêmico Onze de Agosto. O evento foi prestigiado por figuras como Fernando Haddad, Guilherme Boulos e Manuela D’Ávila. Na página do Facebook, a justificativa para a sua realização se deu nos seguintes termos: “A decisão de Jean Wyllys de não assumir um novo mandato como deputado federal é um duro golpe que mostra o estado de degradação da democracia brasileira. Quando um parlamentar não se sente seguro para cumprir o mandato ungido pelas urnas, é porque as liberdades democráticas estão em perigo. Por isso reuniremos pessoas que se preocupam com a situação do país, repudiam as mentiras difundidas na internet e defendem a democracia para dizer, em alto e bom som: estamos com Jean Wyllys!

(Imagens do Ato Público “Tod@scom Jean Wyllys: em defesa da democracia”. Fonte: Página do Facebook do evento)

A despeito de toda a agitação e de o discurso vitimista de Jean Wyllys ganhar grandes proporções, o MJSP emitiu nota apontando que, ao longo de 2017 e 2018, foram instaurados uma série de inquéritos pela Polícia Federal a fim de apurar as ofensas e as ameaças contra o parlamentar. Aquele apontado como o principal autor, Marcelo Valle Silveira Mello, está preso desde 2018, colocando em total descrédito as recentes acusações.

Leia, abaixo, a íntegra da nota publicada no site do Ministério da Justiça e da Segurança Pública:

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