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Colussi critica como os senadores têm conduzido a discussão sobre as vacinas

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De acordo com o vereador, sobre a CPI do Covid: “Uma mentira contada mil vezes acaba se tornando verdade”

Na Sessão Plenária do dia 14 de junho de 2021, o presidente da Câmara de Vereadores de Passo Fundo, vereador Rafael Colussi (DEM), mostrou-se indignado com a condução da atual CPI da Covid no Senado Federal. Para ele, muito daquilo que está sendo dito é apenas para atacar injustamente o Governo Bolsonaro. Veja, a seguir, o trecho com a fala do parlamentar:

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Posicionamento da FENEP sobre a vacinação em crianças gera iniciativa de apoio em Passo Fundo

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Centenas de assinaturas já foram coletadas, tanto de médicos quanto de membros da sociedade civil, em respeito às liberdades individuais em relação à exigência de vacinação de crianças de 5 a 11 anos

Recentemente, a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), presente em 15 estados e no Distrito Federal, emitiu uma nota de respeito à decisão das famílias que optarem por não vacinar as crianças na faixa etária dos 5 a 11 anos.

Mesmo se posicionando em favor da imunização da população, pontuou que “mesmo não concordando com a posição daquelas famílias que não desejam imunizar seus filhos – apesar da recomendação da Anvisa e do Ministério da Saúde – respeitamos a decisão, pois vivemos em uma democracia”. A nota completa pode ser conferida no link a seguir: https://www.fenep.org.br/single-de-noticia/nid/posicionamento-da-fenep-sobre-a-vacinacao-em-criancas/

Em Passo Fundo, o médico Guilherme Krahl lidera coleta de assinaturas da população em apoio à nota emitida pela FENEP, que respondeu a perguntas feitas pela equipe da Lócus. Veja a seguir:

1- Como surgiu esta iniciativa de apoio à FENEP?

Nós temos visto muitas iniciativas de profissionais, órgãos, entidades de classe coagindo as pessoas a se vacinar. Eu, como médico, vejo isso com muito perigo, isso porque é um direito individual de cada pessoa a opção de se submeter ou não a um tratamento; além disso, é vedado aos médicos querer decidir por elas, obrigando-as direta ou indiretamente.

A postura da FENEP foi de respeito à opção de cada um, sobretudo aos pais, do poder de decisão sobre a saúde dos seus filhos. Isso vai ao encontro daquilo que pensamos sobre a manutenção dos direitos fundamentais, principalmente das liberdades.

Quando a Federação se manifestou em apoio à decisão de cada um poder pensar diferente, isso foi muito bem-vindo. Nós não precisamos que todo mundo concorde com aquilo que pensamos, mas que as pessoas respeitem a nossa opinião.

2 – Como a classe médica tem encarado esta questão?

A classe médica, assim como a sociedade, está muito dividida em relação ao assunto. Há uma sobrecarga de informações, de dramas, isso na tentativa de sensibilizar as pessoas a terem receio ou não daquilo que essa pandemia pode trazer. Muitos médicos reagiram com pânico, achando que se pode ou que se deve fazer qualquer coisa. No entanto, muitos médicos receberam com preocupação as iniciativas de passar por cima dos direitos e liberdades individuais dos pacientes, sobretudo passar por cima do Código de Ética, que nos proíbe de tomar uma decisão pelo paciente.

Não há unanimidade. Há o que sempre houve na Medicina, que é a discussão. A ciência nunca vai ter dono, pois é mutável, aprendendo sempre: ela se testa e ela se recompõe, de forma que, muitas coisas que acreditávamos ser uma verdade inabalável, hoje o pensamento mudou.

3 – É seguro a vacinação de crianças contra covid ou os estudos são inconclusivos?

A questão da segurança da vacina não pode ser discutida neste momento. Nós não temos dados de médio ou longo prazo, nem de eficiência, nem de segurança. Está sendo utilizada uma tecnologia nova, de RNA mensageiro, que nunca foi testada e outras doenças para se fazer vacina. Não foi testada nem em animais ainda. Em vez de se testar em doenças que atingem uma pequena parte da humanidade,  eles estão utilizando na primeira pandemia que tiveram oportunidade. Nós não sabemos quais são ou quais serão as consequências, não temos como prever. O que sabemos apenas é que crianças e jovens são mais suscetíveis a reações adversas do que adultos. Tanto que a maioria das medicações, quando são desenvolvidas para adultos, vocês vão encontrar escrito nas caixas: “não recomendado para menores de 12 anos”. E por que isso é assim? Simples: porque não foram feitos testes em pessoas abaixo de 12 anos. Não vai ser com uma amostragem de mil ou duas mil é que vamos ter segurança de dizer que, numa população de 1 a 2 bilhões de crianças e jovens, vai ser a mesma coisa. Por isso, não há segurança. Não houve pesquisa prévia nesse período.

4 – Quem quer participar da iniciativa, como pode colaborar?

Muitas pessoas estão participando, tanto no grupo dos médicos, quanto no dos demais cidadãos. Nós separamos nestes dois grupos justamente para mostrar que dois aspectos fundamentais baseiam essa iniciativa: o ponto técnico, no qual médicos não estão confortáveis com a obrigatoriedade da vacina, isso por conta da falta de estudos de segurança relacionados aos efeitos da vacina; o outro ponto, que é o do cidadão, que quer continuar mantendo o seu direito de decisão, o seu direito como paciente e como responsável por sua saúde, como um ser livre para responder por si mesmo e por aqueles da sua família. O poder sobre a própria família é fundamental; além disso, nós não podemos abalar as liberdades civis das pessoas.

Há um grupo de WhatsApp no qual as assinaturas estão sendo coletadas. É possível acessar através do link a seguir: https://chat.whatsapp.com/FvdkdXQ1IKuEmBCyGO1fnz 

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Nenhuma surpresa no final da pandemia

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Nenhuma surpresa no final da pandemia.

Ainda restam dúvidas sobre a origem do vírus. Continuamos à mercê de novos vírus potencialmente fabricados em laboratórios, com objetivos diversos, que mais cedo ou mais tarde levarão o mundo a outro episódio de loucura coletiva.

Nenhuma legislação ou pacto mundial proposto com intenção de garantir direitos e estabelecer protocolos, para minimizar impactos em eventos semelhantes no futuro, prevenindo que uma crise desencadeada por decisões precipitadas e potencialmente inúteis sejam novamente tomadas, impedindo que se estabeleça uma nova “idade das trevas”, pelo colapso dos alicerces da nossa civilização.

Lobbies de laboratórios comandando a ciência, adequando políticas de saúde, para garantir o retorno financeiro e a satisfação dos acionistas com os CEOs dessas empresas, ao vender vacinas e tratamentos caros, ao mesmo tempo que  barram quaisquer iniciativas de manejos baratos, convencendo o mundo que apenas o que lhes convêm pode ter eficácia.

“Especialistas” de plantão se apresentando na imprensa, afirmando que há consensos e  unanimidade, negando a existência de opiniões divergentes, mesmo que essas sejam proporcionalmente tão ou mais expressivas quanto as suas, classificando todos colegas, muitas sociedades e organizações científicas como negacionistas ou amadoras.

Políticas de saúde inovadoras  foram estabelecidas suprimindo  as vigentes, as quais sempre foram o alicerce do manejo de epidemias, como isolamento vertical, imunidade de rebanho, intervenção e tratamento  precoce, pesquisa científica adequada para imunizantes antes de permitir seu uso em grande escala.

Difícil de acreditar, no início da pandemia, o contador de mortos não se importava com a presença ou não de comorbidades ou idade avançadas. Não havia óbitos “com Covid”, apenas “de Covid”. Após o advento dos imunizantes, o discurso inverteu-se: se morreu é porque já estava doente, velho, a vacina não funcionaria neste caso.  Esquecem que foi para esta população que ela foi criada? A letalidade em adultos jovens e sadios sempre foi semelhante a outras síndromes gripais.

Passamos de um discurso de que as vacinas são extremamente eficientes, previnem a casos  em 100%, para “nunca dissemos isso”: vacinas são muito eficientes, mas só se não aglomerar, se usar máscara e se for adulto jovem sem comorbidades.

Continuamos com um discurso de qual é necessário “imunizar” os já naturalmente  imunes, ou seja, aqueles que já passaram a doença e que têm anticorpos dosados como adequados, novidade no espectro da imunologia!  Consideramos que vale o risco para o bem da sociedade.  E se fosse o contrário? Como sabemos, a ciência aponta para uma imunidade mais efetiva e duradora daqueles que já passaram. Não seria o caso de expor todo mundo a infecção então?  Claro que não, pois muitos morreriam sem precisar.  Assim como vacinar os já imunes! Há risco sim, embora mínimo em tomar qualquer vacina, temos o direito de ignorar? Apenas para manter a retórica.

O código de ética PROIBE – sim, é necessário grifar – proíbe um médico de impor mesmo por coesão ou chantagem um tratamento a um paciente, mas médicos gestores se fazem de esquecidos e subscrevem medidas coercitivas, como apoiar demissão de não vacinamos, validar passaportes vacinais, isolamentos compulsórios para cidadãos que discordaram da imunização, pelo risco de “não vacinado contaminar vacinado”, ora vejam!

Superficialmente falamos de segurança em novos métodos de imunizantes, isso sem haver POSSIBILIDADE de sabermos se há, pois é leviano afirmar que novos tratamentos possam levar a sequelas ou consequências futuras, obrigando uma fatia da população, que estatisticamente não corre risco significante com o Covid, como é o caso dos adolescentes e crianças, a se submeterem à vacinação.

Não, não há novidades, pois isto é notório: se for conivente à politica, as ideologias vigentes farão tudo igual na próxima vez, quando direitos civis e humanos serão ignorados,  assim como etapas de pesquisa, e serão novamente controladas a mídias, deletando e apagando o contraditório, na ânsia de que a população não questione, mas obedeça. Já em caso contrário, se desagradar os mandatários do futuro, tudo será diferente, e aquilo que foi feito será reescrito, esquecido, e aqueles que recordarem serão contrariados pelos interessados que então dirão: “não foi bem assim”…

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Passaporte vacinal: “Muitos pais estão sendo impedidos de participar da formatura dos seus filhos”

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Na Sessão Plenária do dia 18 de novembro de 2021, a vereadora Ada Munaretto (PL) ocupou a tribuna para relatar constantes contatos no seu gabinete a respeito do passaporte vacinal. De acordo com a parlamentar, muitos pais estão sendo impedidos de participar da formatura dos seus filhos por conta da exigência.

O assunto já vem sendo abordado pela equipe da Lócus em várias publicações, tais como:

Segundo Ada, o deputado estadual Eric Lins (DEM), que também está ativamente participando da luta contra a imposição do passaporte, informou que possivelmente o Governo do Estado reconheça a inconstitucionalidade da medida. Destacou que é possível que os pais impetrem habeas corpus para que possam participar das festividades. Veja:

 

 

Já a petista Eva Lorenzato (PT), por outro lado, disse que saiu uma recomendação da Conselho Municipal de Saúde pela exigência do passaporte vacinal em Passo Fundo. Embora reconheça que existem casos em que, por orientação médica, a vacina não seja recomendada, isso não é o caso das pessoas que simplesmente optem por não se vacinar. Para estes casos, conforme a petista, é preciso evitar estar em ambientes de aglomeração.

 

Retornando à tribuna, Ada disse não ser contra a vacinação, mas que o passaporte não é garantia nenhuma de que a pessoa não seja portadora do vírus:

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