Paula Lavigne, que faz proselitismo de exposições eróticas, já admitiu ter explorado a intimidade sexual da própria irmã

 

Meu amigo Rodrigo Nunes envia-me um material deveras interessante sobre Paula Lavigne, o cérebro da mobilização artística em favor das exposições culturais de cunho sexual que tiveram a participação de público infantil.  Em outubro de 2013, a Veja Rio veio com uma matéria sobre a biografia da produtora e fez referência a uma fala dela em entrevista dada para a Playboy. Segue o trecho:

“Paula Lavigne nunca escondeu o pendor para ganhar e acumular dinheiro. Quando criança, sempre que aparecia uma visita em casa tentava vender as peças de artesanato que produzia. Na mesma época, costumava cobrar uma taxa dos meninos da escola interessados em espiar por baixo da saia de sua irmã. ‘Eram 10 centavos a bunda e 20 a frente’, explicou à PLAYBOY.”

Além de ter admitido transar com Caetano Veloso ainda quando era menor de idade (tinha apenas 13 anos), Paula Lavigne também lucrou explorando a sexualidade da irmã na escola. Quem sabe é por isso que ela não veja grande coisa em uma criança tocando um homem nu. Só deve lamentar o fato de que a menina em questão não cobrou 10 centavos e nem tenha seu tino para negócios.

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