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O plano de destruição da família

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O plano de destruição da família:

veja como a esquerda está transformando a pedofilia em normalidade. 

A ideologia de gênero é cuidadosamente projetada e calculada, valendo-se de técnicas de persuasão criadas em laboratórios por engenheiros sociais (leia-se: especialistas em manipulação) e submetida a análises de estudiosos de programação neolinguística antes de serem divulgados no meio acadêmico. Depois de suficiente discussão, os estudantes são massificados de forma milimetricamente calculada.

A pedofilia é um movimento internacional, um tentáculo-braço do projeto globalista de destruição da cultura ocidental. A seguir, vão legaliza-la e perseguir quem se opor como “fascista” e “preconceituoso”. Observe, a seguir, os passos de legalização…

Nos anos 70, a esquerda universitária importou textos de filósofos, antropólogos e defensores da pedofilia, aplicando-os em projetos de “pesquisa” e nas discussões acadêmicas. A pedofilia passou a ser “normal” no meio das ciências humanas e sociais.

Quando a aceitação acadêmica da pedofilia aumentou, implementaram a sexualização precoce nos meios de comunicação, através de músicas pornográficas para adolescentes e crianças, exibindo crianças seminuas simulando atos sexuais em programas de calouros, como os de Raul Gil.

Com base nesse cientificismo artificialmente industriado, os falso-humanistas do direito começaram a lutar para diminuir e relativizar a idade de consenso para o sexo entre menores e maiores de idade. Os Tribunais seguem há tempos esse entendimento:

Uma linha do tempo mostrando essa evolução pode ser conferida no site do Manifesto contra Pedofilia e Sexualização Infantil no link a seguir: http://www.manifestoprotecao.com.br/timeline/. O Manifesto já foi assinado por mais de 53 mil pessoas: www.manifestoprotecao.com.br.

Além disso, exposições artísticas usando dinheiro público são criadas com o objetivo de chocar os decentes e causar discussão sobre a pedofilia, apoiados pela grande mídia brasileira:

(ZH defendeu desde o início a exposição do Santander Cultural. Veja mais em: http://www.locusonline.com.br/2017/09/29/assine-zero-hora-assine-zero-hora/)

Enquanto essas exposições forem se repetindo e intensificando, a sociedade bombardeada pela mídia tenderá a deixar de se chocar com imagens de crianças envolvidas com atos sexuais.

O pedófilo deixará de ter a sua imagem associada à de um criminoso, passando a ser tratado como doente. O objetivo disso é gerar compaixão em torno dele, além do apoio ao indivíduo que mantém relações sexuais com crianças.

As crianças serão sexualizadas precocemente, devido ao trabalho da mídia e das escolas, serão vistas como detentoras de “direitos sexuais”. Consequentemente, o conceito de consentimento será rediscutido juridicamente como um direito natural da criança ao sexo.

A ideia do pedófilo como um doente será deixada de lado e acusada de preconceituosa. A atração por crianças passará a ser vista como uma orientação sexual normal e que deve ser respeitada. O movimento LGBT abraçará a pauta da pedofilia como um direito humano.

A mídia passará a mostrar romanticamente o envolvimento de crianças com adultos.

Será feito até o impossível para normalizar a pedofilia, silenciando as vozes contrárias como “propagadores de preconceitos” e “crimes de ódio”.

Haverá uma luta para pais perderam o direito a preservar a inocência e a intimidade de seus filhos. A esquerda fará de tudo para massacrar o pátrio poder, valendo-se do Estado para tomar crianças de pais que não achem certo o sexo entre crianças e adultos. As estratégias da esquerda em relação às drogas e ao aborto foram implementadas assim, trabalhando-se por etapas.

Com relação à pedofilia, estamos no meio do caminho para a sua legalização. A mídia e a academia são dominadas pela simpatia em favor da pauta, usando de subterfúgios para defender atos pedófilos, como foi com a exposição no Santander Cultural.

Como combater isso? Com a verdade sempre e acima de tudo. Saia da zona de conforto e combata a mentira e a indecência. Conheça como agem esses hipócritas: usam a “espiral do silêncio” e as demais técnicas de propaganda desenvolvidas a partir de estudos de Freud, usadas pela esquerda para manipular e promover o desmanche cultural, a idiotização e o fim da família.

Veja mais sobre essas estratégias em: http://www.locusonline.com.br/2017/10/02/como-as-novelas-influenciaram-e-continuam-influenciando-negativamente-sociedade/

Assine o Manifesto contra Pedofilia e Sexualização Infantil. Compartilhe!

Nacionais

Eva Lorenzato: “No Brasil e no mundo, as pessoas reconhecem o trabalho do PT”. Tchequinho não poupa

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Já se passou o tempo em que defender ex-presidiários era sinal de imoralidade. Eva Lorenzato é uma amostra destes tempos

Lula esteve na Europa recentemente. A agenda incluiu o presidente da França, Emmanuel Macron, o futuro chanceler alemão Olaf Schulz, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que disputará as eleições presidenciais francesas, o ex-premiê da Espanha José Luís Zapatero e o prêmio Nobel de Economia em 2001, Joseph Stiglitz. Na Espanha,  com o atual premiê espanhol, Pedro Sánchez.

Em Madri, Lula participou na quinta, 18, da abertura de um seminário de cooperação multilateral e recuperação em um cenário pós-Covid-19. Na ocasião, defendeu a quebra de patentes de vacinas para ampliar a igualdade no acesso aos imunizantes.

Em Paris, o ex-presidente foi recebido no Palácio do Eliseu com honras de chefe de Estado por Macron, um desafeto de Bolsonaro. Ao francês, Lula defendeu uma nova governança global e discutiu ameaças à democracia e aos direitos humanos. E por aí vai…

Eva Lorenzato (PT) não perdeu a oportunidade de enaltecer a participação do ex-presidente no cenário europeu. Para ela, o mundo inteiro reconhece o trabalho do Partido dos Trabalhadores e do PT: “Muito orgulho nós temos do estadista que Lula está sendo”. Veja:

Tchequinho (PSC), que não poupa críticas para se referir ao ex-presidente: “Ficou 16 anos saqueando o Brasil, e agora fica dando palestra dizendo que vai resolver os problemas do país”. Veja:

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Candeia critica fala de Toffoli sobre Poder Moderador e semipresidencialismo no Brasil

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Durante o 9.º Fórum Jurídico de Lisboa, o ex-presidente do Supremo afirmou que hoje o Brasil vive um “semipresidencialismo com um controle de poder moderador que hoje é exercido pelo Supremo Tribunal Federal. Basta verificar todo esse período da pandemia”. O evento foi organizado pelo supremo magistrado Gilmar Mendes.

Para Candeia, essa afirmação é o mesmo que dizer que houve uma mudança constitucional sem a participação do Congresso Nacional. Veja:

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Covid-19

Seis meses depois, a CPI dos Horrores é encerrada com indiciamento até do Presidente da República

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Durante seis meses, os brasileiros acompanharam bestializados o espetáculo midiático liderado por “três patetas”: Renan Calheiros (MDB-AL), que já pagou pensão à amante com dinheiro público e até usou jatinho da FAB para fazer implante de cabelo, com processos que podem deixar uma banca de advogados trabalhando por anos; Omar Aziz (PSD-AM), talvez o mais desconhecido dos três, mas acusado de corrupção e desvio de dinheiro público até o  último fio de cabelo; e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), um cão pinscher que late a ponto de espantar todas as pombas dum parque, mas incapaz de matar uma formiga, e não por seu um sujeito decente, mas fraco. Dá para fazer uma menção honrosa a Humberto Costa (PT-CE), um dos fiéis escudeiros de Lula, com o único papel de inviabilizar qualquer proposta que leve a assinatura de Bolsonaro.

Na véspera de completar seis meses de atividades, a CPI da Pandemia aprovou, nesta terça-feira (26), seu relatório final, em que prevaleceu o texto do senador Renan Calheiros (MDB-AL). O documento recebeu sete votos favoráveis e quatro contrários (os votos em separado apresentados por outros parlamentares não chegaram a ser analisados).

Votaram a favor do documento os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Eduardo Braga (MDB-AM), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Otto Alencar (PSD-BA). Votaram contra os senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos Rogério (DEM-RO), Jorginho Mello (PL-SC) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).

O parecer da comissão parlamentar de inquérito agora será encaminhado a diferentes órgãos públicos, de acordo com a competência de cada um. Será enviado à Câmara dos Deputados, à Polícia Federal, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao Ministério Público Federal (MPF), ao Tribunal de Contas da União (TCU), a ministérios públicos estaduais, à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Defensoria Pública da União (DPU) e ao Tribunal Penal Internacional (TPI).

A versão final do parecer, que tem 1.279 páginas, recomenda o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro pela prática de nove infrações. Os três filhos do presidente também não foram poupados pelo relator, que os acusou da prática de incitação ao crime: o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Além deles, Renan Calheiros identificou infrações penais cometidas por duas empresas, a Precisa Medicamentos e a VTCLog, e por outras 74 pessoas. Entre elas, deputados, empresários, jornalistas, médicos, servidores públicos, ministros e ex-ministros de Estado.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu ao relator Renan Calheiros a inclusão do nome de Heinze na lista com as propostas de indiciamento por disseminação de fake news, pedido que foi inicialmente aceito pelo relator. Nas palavras de Vieira:

Essa CPI teve a coragem de pedir o indiciamento do presidente da República, de outros parlamentares e do líder do governo na Câmara [deputado Ricardo Barros], e não pode fechar os olhos ao comportamento do senador [Heinze], que reiteradamente repete mentiras para desinformar o cidadão.

Parlamentares governistas saíram em defesa de Heinze e apelaram ao relator para que ele reavaliasse a decisão. O senador Jorginho Mello (PL-SC) disse que Renan, desde o início da CPI, trabalhou para tentar incriminar o presidente Bolsonaro e deveria também estar na lista. No início da noite, o próprio Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu a retirada do nome de Heinze da lista. Ele alegou motivos formais e materiais para o recuo.

Ele manifestou os desvarios usando a tribuna da comissão. Formalmente, me rendo ao argumento de que a imunidade parlamentar teria percepção alargada, embora pessoalmente não concorde com isso. Pelo mérito, uso o dito popular: ‘”não se se gasta vela boa com defunto ruim”. Não posso colocar em risco o bom trabalho da CPI por conta de mais um parlamentar irresponsável.

O último grande debate realizado na CPI repetiu o que foi visto ao longo dos seis meses de comissão. Demonstrando apoio ao relatório de Renan Calheiros (MDB-AL), os oposicionistas não pouparam críticas à atuação do governo federal na pandemia e acusaram o presidente Jair Bolsonaro de ter contribuído para o elevado número de mortes no país.

O senador Humberto Costa (PT-PE) disse que a CPI conseguiu chamar a atenção da população, trouxe luzes sobre os fatos e conseguiu provar que a estratégia do governo federal foi a busca pela imunidade coletiva sem vacinação (a chamada imunidade de rebanho), o que representa um crime doloso.

Senadores destacaram que, mesmo com o término da CPI, não vão encerrar seus esforços. Para isso, defenderam a criação da Frente Parlamentar de Observatório da Pandemia e prometeram entrar em contato com o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e o Tribunal Penal Internacional de Haia. Os senadores governistas, por sua vez, continuaram criticando o que eles chamam de investigação seletiva da comissão, que, segundo eles, preocupou-se somente em desgastar o governo. Além disso, para eles, a CPI se omitiu ao não investigar o destino das verbas federais enviadas a estados e municípios.

Marcos Rogério disse que a CPI se revelou um estelionato político; e o relatório final, uma fake news processual. Segundo ele, a comissão protegeu acusados de corrupção. Para Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), a comissão é o maior atestado de idoneidade do governo federal, pois, de acordo com ele, o maior escândalo levantado foi o de uma vacina não adquirida e que não custou um real aos cofres públicos. O relatório, segundo Para ele, é um “relatório político e sem base jurídica”.

E os absurdos não param por aí. Antes da votação do relatório, a CPI da Pandemia aprovou seus últimos dois requerimentos. O primeiro, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), pede a quebra de sigilo telemático das redes sociais do presidente Jair Bolsonaro e a suspensão de acesso aos seus perfis — o pedido foi feito após declarações que o presidente fez em uma live associando a vacina contra a covid-19 ao desenvolvimento do vírus da aids.

É certo que o encerramento da CPI não pode ser comemorado pelos governistas. Não haverá brecha para respirar. Calheiros, Aziz, Randolfe e demais queriam a cabeça de Bolsonaro numa bandeja. No entanto, poucos levaram esse trabalho a sério. Como num tribunal do crime, onde bandidos assumem o papel inquisitório, a CPI dos Horrores nada fez pelo Brasil a não ser expor ainda mais o nível da classe de políticos que a população é obrigada a sustentar.

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