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Passo Fundo

Toson presta homenagem ao Passo Fundo Futsal

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O vereador Roberto Gabriel Toson prestou homenagem ao Passo Fundo Futsal pelo acesso à Série Ouro de 2019. Acompanhe, a seguir, o resumo do que se passou durante o Grande Expediente na Câmara de Vereadores de Passo Fundo, em 21/11/2018.

Breve histórico

Conforme retrospecto do vereador, o clube iniciou com três jogadores de futsal, mais um amigo, em meados de 2014, com o intuito de não precisarem viajar para jogar em times de outras cidades. Outras pessoas se juntaram ao projeto, fundando a agremiação. Neste ano (2018), a equipe disputou a Série Bronze, o que equivale à terceira divisão e obteve o acesso para a Série Prata.

O ano de 2015 foi considerado o mais crítico, quando o time lutou contra o rebaixamento. Em 2016, o Ginásio do Capingui passou a sediar as partidas, fidelizando a torcida, pois o clube não contava com sede própria, realizando os jogos em diferentes locais.

Em 2017, o clube reforçou sua preparação para o campeonato e obteve a melhor campanha na primeira fase, embora o acesso, por motivos extra-campo, não tenham vindo.  Lembrando que, na Sessão de 06/12/2017, foi aprovada moção, proposta pelo vereador Toson, para levar ao Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Sul (TJD/RS) insatisfação quanto à decisão que culminou na eliminação do Passo Fundo Futsal do Campeonato Gaúcho Série Prata. Ainda, na Sessão do dia 27/11/2017, o assunto veio à Tribuna, conforme destacado pela equipe da Lócus:

Por meio de uma moção, o vereador Roberto Gabriel Toson (PSD) buscou manifestar ao Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Sul (TJD) descontentamento frente à punição ao Passo Fundo Futsal que ocasionou a sua eliminação do Campeonato Gaúcho de Futsal Série Prata. No dia 28 de outubro, conforme relatado o parlamentar, o time enfrentou o Parobé Futsal, no Ginásio Capingui, quando jogadores do Parobé e equipe que trabalhava na segurança do evento esportivo se desentenderam e iniciaram uma briga generalizada. O principal apontamento feito por Toson é que os jogadores do Passo Fundo Futsal não se envolveram no ato e, portanto, a decisão do órgão é injusta.

Vale recordar que não é a primeira homenagem recebida pelo clube na Câmara de Vereadores de Passo Fundo. Na Sessão Plenária de 03/10/2018, o vereador Rufa fez homenagem ao Passo Fundo Futsal, momento em que era representante da cidade na modalidade na Série Prata do Rio Grande do Sul. Veja a imagem abaixo:

Série Ouro de 2019

Depois de garantir vaga na grande final da Série Prata 2018, o Passo Fundo Futsal assegurou presença na Série Ouro de 2019. Trata-se da primeira divisão estadual da modalidade. O clube terminou a primeira fase na liderança com 46 pontos e o maior número de vitórias entre os concorrentes.

Nas quartas-de-final, superou a Associação Desportiva e Cultural Hip Hop (ADCH), de Salto do Jacuí. Nas semifinais, o adversário foi a Agremiação Guaporense de Esportes (AGE), que foi superado com duas vitórias, por 5 a 2, em Guaporé e 4 a 2, no ginásio Capingui, o que garantiu o acesso do clube à elite do Futsal gaúcho em 2019. Na decisão, o clube enfrenta a Associação Marauense de Futsal (AMF), que também disputará a Série Ouro no próximo ano.

Neste ano, a grande campanha se repetiu. Passo Fundo Futsal alcançou, “pelas próprias pernas”, a classificação para a Série Ouro estadual. Toson enalteceu a trajetória do clube, reforçando o esforço de todos os envolvidos. “Como agentes públicos, devemos reconhecer aqueles que, de forma autônoma, se sacrificam pela instituição que leva o nome de nossa cidade”, conforme salientou.

Vídeo do Grande Expediente

 

Passo Fundo

Passo Fundo precisa agora de um Conselho Municipal de Habitação Popular?

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Proposta dos vereadores Luizinho Valendorf (PSDB) e Wilson Lill (PSB) quer reativar o Conselho Municipal de Habitação Popular. Na prática, sabemos o que vem pela frente…

 

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Passo Fundo

Vereadores aprovam projeto de inclusão que vai onerar empresários e setor público

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Projeto de autoria da vereadora Regina dos Santos (PDT) estabelece a inserção de senhas sonoras, letras ampliadas e impressão em braile simultaneamente às senhas eletrônicas utilizadas para atendimento ao público nos estabelecimentos públicos e privados do município

As pautas de inclusão sempre aparecem travestidas de “movimento democrático”, no sentido de ampliar os direitos e garantias para a parcela da população. No entanto, é preciso estar atento: na maior parte das vezes, os projetos pouco modificam a realidade desses grupos, pois não passam de ativismo político travestido de políticas públicas. O projeto recentemente aprovado por unanimidade entre os parlamentares na Câmara de Vereadores de Passo Fundo é uma amostra disso.

O Projeto de Lei nº 105/2021, de autoria da vereadora Regina dos Santos (PDT), estabelece a inserção de senhas sonoras, letras ampliadas e impressão em braile simultaneamente às senhas eletrônicas utilizadas para atendimento ao público nos estabelecimentos públicos e privados do município.

De acordo com a justificativa, a proposta foi construída pela “necessidade de tornar a cidade mais inclusiva e atender aos direitos das pessoas com deficiência”. Nota-se, na própria justificativa do projeto, que os termos utilizados uníssonos nas pautas inclusivas, mas demasiadamente generalista. Quando se quer resolver tudo, na prática não ocorre – ou muito pouco.

O texto da matéria ainda determina para os estabelecimentos públicos e privados que não optarem pela impressão de senhas em braile deverão implantar a senha com aviso sonoro por voz ou identificar, além de disponibilizar um atendente exclusivo enquanto a pessoa com deficiência ou limitação visual estiver no recinto. Parece que os parlamentares desconhecem o comércio da própria cidade, possivelmente a maior parte sendo gerida pelo dono – ou por poucos funcionários. A obrigação, portanto, está fora da realidade.

Embora alguns tenham se posicionado contrário a uma possível oneração do setor empresarial, sobretudo numa economia em fase de recuperação, no voto os parlamentares acabam cedendo: pautas inclusivas ganham um sim até mesmo quando o vereador é, no fundo, contra.

Segundo previsto na redação do art. 3º, o descumprimento ao que dispõe a presente Lei pelos estabelecimentos sujeitará aos infratores às seguintes sanções: I – advertência, em caso de primeira notificação; II – multa de 100 (cem) UFMs (Unidades Fiscais Municipal) em caso de segunda notificação; III – multa de 200 (duzentas) UFMs (Unidades Fiscais Municipal) em caso de reincidência. As sanções pecuniárias decorrentes desta Lei serão aplicadas em favor de políticas públicas para as pessoas com deficiência.

Se o prefeito não vetar a proposta, a proposição entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias contados da data de sua publicação.

A discussão pode ser acompanhada no vídeo a seguir (11:53-28:25):

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Passo Fundo

A narrativa da fome: até quando a esquerda vai alimentar pautas com dados dissimulados

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Se por muito tempo a dinâmica de luta de classes foi o eixo do pensamento esquerdista, a forma agora aparece em diferentes contornos. Direitos de minorias, invasões urbanas e outras aparecem com frequência nas pautas. No entanto, uma delas tem aparecido com forma nos últimos tempos: a fome.

No artigo “O golpe petista da fome em Passo Fundo“, o articulista da Lócus Jesael Duarte da Silva mostrou como o discurso da fome vem ganhando espaço aqui mesmo em Passo Fundo. recentemente, foi criada a Frente Parlamentar de Combate à Fome na Câmara de Vereadores de Passo Fundo.

Contrastando a informação fornecida pelo vereador petista de que, no Brasil, 119 milhões de brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar, Rodinei Candeia (PL) buscou a fonte dessa narrativa, já que vem sendo reverberada pela imprensa de uma maneira geral. Veja:

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