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Passo Fundo

Grande Expediente de Leandro Rosso

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Durante a Sessão Plenária do dia 22/04/2019, Leandro Rosso (PRB) foi o orador do Grande Expediente, momento no qual mencionou projetos e indicações para o ano de 2019.

Capitão Joaquim Fagundes dos Reis

O fundador de Passo Fundo, o Capitão Joaquim Fagundes dos Reis, estava com seu túmulo abandonado. Preocupado com a situação, o parlamentar protocolou um Pedido de Providências à Secretaria de Transportes e Serviços Gerais, solicitando a limpeza do local, motivado pelas denúncias de acúmulo de lixo e matagal no terreno, tombado como Patrimônio Histórico municipal.

No entanto, praticantes de paintball do grupo “Smocking Snakes”, de forma exemplar, anteciparam o trabalho da Prefeitura, realizando a limpeza e a manutenção do local (imagem abaixo): 

Programa “Adote o Verde”

Rosso também abordou o programa “Adote o Verde”, que visa ampliar o cuidado, recuperação e manutenção das áreas verdes da cidade. O trabalho é realizado em parcerias com empresas, entidades e pessoas da comunidade. Por um determinado período, o adotante pode fixar a sua marca, com a instalação de placa indicando que o local foi adotado.

Os interessados em participar do Programa Adote o Verde, podem entrar em contato com a Secretaria de Transportes e Serviços Gerais.

O contato também pode ser feito pelo telefone (54) 3313 7576, ou pelo e-mail, adoteoverde@pmpf.rs.gov.br.

Estacionamento rotativo pago

Rosso acompanhou, juntamente com outros parlamentares, a solicitação de estacionamento rotativo pago na região ao redor do Passo Fundo Shopping, demanda dos empresários do bairro São Cristóvão. A indicação foi encaminhada ao Poder Executivo Municipal. Conforme informado, até o final deste semestre, a medida será implementada. 

Gabinete da Leitura

O vereador destacou a realização da 11ª Edição do Gabinete da Leitura, que ocorrerá na próxima sexta-feira (26), na Escola Municipal de Educação Fundamental Arlindo de Souza Mattos, na Vila Mattos. A instituição vai receber uma doação de 200 livros, já que não possui biblioteca. 

Vídeo do Grande Expediente

 

Passo Fundo

Passo Fundo precisa agora de um Conselho Municipal de Habitação Popular?

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Proposta dos vereadores Luizinho Valendorf (PSDB) e Wilson Lill (PSB) quer reativar o Conselho Municipal de Habitação Popular. Na prática, sabemos o que vem pela frente…

 

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Passo Fundo

Vereadores aprovam projeto de inclusão que vai onerar empresários e setor público

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Projeto de autoria da vereadora Regina dos Santos (PDT) estabelece a inserção de senhas sonoras, letras ampliadas e impressão em braile simultaneamente às senhas eletrônicas utilizadas para atendimento ao público nos estabelecimentos públicos e privados do município

As pautas de inclusão sempre aparecem travestidas de “movimento democrático”, no sentido de ampliar os direitos e garantias para a parcela da população. No entanto, é preciso estar atento: na maior parte das vezes, os projetos pouco modificam a realidade desses grupos, pois não passam de ativismo político travestido de políticas públicas. O projeto recentemente aprovado por unanimidade entre os parlamentares na Câmara de Vereadores de Passo Fundo é uma amostra disso.

O Projeto de Lei nº 105/2021, de autoria da vereadora Regina dos Santos (PDT), estabelece a inserção de senhas sonoras, letras ampliadas e impressão em braile simultaneamente às senhas eletrônicas utilizadas para atendimento ao público nos estabelecimentos públicos e privados do município.

De acordo com a justificativa, a proposta foi construída pela “necessidade de tornar a cidade mais inclusiva e atender aos direitos das pessoas com deficiência”. Nota-se, na própria justificativa do projeto, que os termos utilizados uníssonos nas pautas inclusivas, mas demasiadamente generalista. Quando se quer resolver tudo, na prática não ocorre – ou muito pouco.

O texto da matéria ainda determina para os estabelecimentos públicos e privados que não optarem pela impressão de senhas em braile deverão implantar a senha com aviso sonoro por voz ou identificar, além de disponibilizar um atendente exclusivo enquanto a pessoa com deficiência ou limitação visual estiver no recinto. Parece que os parlamentares desconhecem o comércio da própria cidade, possivelmente a maior parte sendo gerida pelo dono – ou por poucos funcionários. A obrigação, portanto, está fora da realidade.

Embora alguns tenham se posicionado contrário a uma possível oneração do setor empresarial, sobretudo numa economia em fase de recuperação, no voto os parlamentares acabam cedendo: pautas inclusivas ganham um sim até mesmo quando o vereador é, no fundo, contra.

Segundo previsto na redação do art. 3º, o descumprimento ao que dispõe a presente Lei pelos estabelecimentos sujeitará aos infratores às seguintes sanções: I – advertência, em caso de primeira notificação; II – multa de 100 (cem) UFMs (Unidades Fiscais Municipal) em caso de segunda notificação; III – multa de 200 (duzentas) UFMs (Unidades Fiscais Municipal) em caso de reincidência. As sanções pecuniárias decorrentes desta Lei serão aplicadas em favor de políticas públicas para as pessoas com deficiência.

Se o prefeito não vetar a proposta, a proposição entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias contados da data de sua publicação.

A discussão pode ser acompanhada no vídeo a seguir (11:53-28:25):

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Passo Fundo

A narrativa da fome: até quando a esquerda vai alimentar pautas com dados dissimulados

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Se por muito tempo a dinâmica de luta de classes foi o eixo do pensamento esquerdista, a forma agora aparece em diferentes contornos. Direitos de minorias, invasões urbanas e outras aparecem com frequência nas pautas. No entanto, uma delas tem aparecido com forma nos últimos tempos: a fome.

No artigo “O golpe petista da fome em Passo Fundo“, o articulista da Lócus Jesael Duarte da Silva mostrou como o discurso da fome vem ganhando espaço aqui mesmo em Passo Fundo. recentemente, foi criada a Frente Parlamentar de Combate à Fome na Câmara de Vereadores de Passo Fundo.

Contrastando a informação fornecida pelo vereador petista de que, no Brasil, 119 milhões de brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar, Rodinei Candeia (PL) buscou a fonte dessa narrativa, já que vem sendo reverberada pela imprensa de uma maneira geral. Veja:

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