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Retrospectiva 2017 – Nacionais (Parte 3)

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Edição: Cesar Augusto Cavazzola Junior

Conteúdo: Guilherme Macalossi, Cesar Augusto Cavazzola Junior, Felipe Pedri, Rodinei Candeia, Luis Roberto Nunes Padilla

José Sarney com cebolas caramelizadas: o centrismo gourmetizado – Guilherme Macalossi

Nem bem assumiu o Governo francês, Emmanuel Macron já perdeu 10% de popularidade. Segundo o instituto de pesquisa IFOP, cujos números foram publicados no periódico “Journal Du Dimanche”, a insatisfação com o mandatário cresceu de 34% para 43%. É o pior resultado para um Presidente recém eleito desde 1995, quando Jacques Chirac perdeu 15% de sua aprovação antes de completar cem dias no cargo.

O problema não é o sistema político e sim o estatismo – Guilherme Macalossi

As soluções erradas encontradas para a crise política são resultado do contexto de verdadeira paranoia em que nos inserirmos. A Lava Jato, a despeito de seus méritos, tem culpa no cartório e contribuiu de forma inequívoca para que excrescências como o Fundo Eleitoral bilionário e o Distritão fossem discutidas seriamente no Congresso.

O lixo retórico ambientalista e o supremo corporativismo do Supremo – Guilherme Macalossi

No Boletim Nacional desta semana, dois assuntos que repercutiram bastante nos últimos dias. No primeiro deles, o Decreto Executivo do Presidente Michel Temer extinguindo a Reserva Nacional do Cobre e Associados. A discussão da medida foi contaminada pelo lixo retórico do triunvirato do atraso, formado pela mídia, pela classe artística e pelos ambientalistas. No segundo tema, a atuação do Gilmar Mendes no caso Jacob Barata Filho. Há um movimento de pressão para que a Suprema Corte enquadre o Ministro. Será difícil de algo acontecer, até porque uma eventual reprimenda contra ele poderia se configurar em precedente para outros integrantes da casa.

A uniformidade da grande mídia em favor da exposição obscena do Santander Cultural – Guilherme Macalossi

A mídia nacional começa a repercutir o fim da exposição obscena que se realizava no Santander Cultural e que ganhou notoriedade a partir de um artigo publicado aqui no Portal Lócus. Excetuando o jornal Gazeta do Povo, que tem publicado uma série de matérias e artigos críticos ao conteúdo artístico da mostra, note a impressionante uniformidade de pensamento de TODOS os outros veículos e de TODOS os seus pretensos formadores de opinião. Eles falam entre si, pagando pedágio ideológico para as minorias politizadas que já se movimentam para exercer seu lobby. Aqueles que exerceram seu direito de livre manifestação, ao criticar e boicotar o Santander, estão sendo estigmatizados e demonizados sem direito ao contraditório. É uma operação sórdida que escamoteia o pensamento de milhares de brasileiros e, no seu lugar, dá eco a meia dúzia de artistas e intelectuais que se postam como legítimos representantes da sociedade.

O Lócus foi o primeiro site a denunciar a exposição do Santander Cultural – Editorial

Renan Santos, fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), em matéria escrita para a Folha em 12/09, nos reconheceu o crédito como a primeiro portal de notícias a denunciar a exposição do Santander. A exposição já havia recebido a divulgação de fontes conhecidas de informação como o Zero Hora e Jornal do Comércio, mas sempre com tom de propaganda, como se fosse tudo maravilhoso e não houvesse nenhum problema com a exposição.

O cercamento hegemônico, a sociedade estafada e o caso Santander – Felipe Pedri

Aconteceu nesta semana uma reação impressionante de grande parte da sociedade brasileira ao cercamento político-ideológico que massacra o cidadão comum diariamente, seja pela mídia, seja pelos canais culturais disponíveis. A religião política que assola o Brasil desde meados dos anos 1980 mostra sinais de estafa. Ela, desde lá, ocupou praticamente todos os espaços literários, políticos, culturais e acadêmicos disponíveis, construindo uma torre de babel ideológica sem precedentes. Aqui, até então, não pertencer a essa toada cultural fazia do indivíduo algo semelhante aos leprosos bíblicos. Palavras que definiam os “adversários”, que na verdade nem existiam, eram trabalhadas para simbolizar os piores sentimentos possíveis.

A obra de Janot, o denuncista compulsivo – Guilherme Macalossi

A imagem de Rodrigo Janot junto ao advogado de Joesley Batista em um boteco de quinta categoria em Brasília é o retrato da desmoralização a que a Procuradoria Geral da República foi submetida durante o seu mandato. Em meio a caixas de cerveja quente, lá estava o chefe do Ministério Público, portando óculos de sol em um ambiente fechado. Querendo ser James Bond, Janot só conseguiu reproduzir o estilo ridículo e atrapalhado do Inspetor Clouseou. Cabe perguntar, inclusive a Deltan Dallagnol e a Carlos Fernando, se o referido encontro foi fora da agenda.

85% de reprovação no Exame de Ordem – Cesar Augusto Cavazzola Junior

O XXIII Exame de Ordem Unificado, prova que os estudantes e bacharéis em Direito realizam para poder advogar, teve reprovação recorde: mais de 85% dos candidatos não passaram da Primeira Fase. Ainda há a Segunda Fase, então é possível que o percentual final aumente.

O movimento LGBT é a CUT do arco-íris – Guilherme Macalossi

Nem só de metalurgia vive o sindicalismo brasileiro. Agora, de maneira nada velada, ele também se entronizou na raiz operacional das chamadas “minorias sociais”. Faz tempo que o esquerdismo trocou de excluídos. Antigamente, eram os proletários em caráter abstrato, agora são os negros, os homossexuais, os índios e os ciclistas. Saiu o chão de fábrica e entrou o Baile do Scala Gay. A mudança de público, entretanto, não mudou a metodologia profundamente corporativista que orienta a atuação destes grupos.

Manifesto contra Pedofilia e Sexualização Infantil – Cesar Augusto Cavazzola Junior

Este mês de setembro tem sido muito especial para a equipe Lócus Online, com apoio dos nossos seguidores para a divulgação do Manifesto contra Pedofilia e Sexualização Infantil, que pode ser conferido no site www.manifestoprotecao.com.br.

Doutrinação e ideologia de gênero na escola é pedofilia! – Luis Roberto Nunes Padilla

A Ideologia de Gênero é um tema bastante polêmico. Muitos ainda não compreendem o real conceito desta crença, muito menos o perigo escondido atrás dela. Ideologia de Gênero, também conhecida como Ideologia da Ausência de Sexo, trata-se da teoria a qual os dois gêneros – masculino e feminino – seriam meras construções sociais e culturais, sendo assim, não existem.

Trabalhadores protestam contra o Ministério Público do Trabalho – Rodinei Candeia

O Ministério Público do Trabalho quer multar em 38 milhões de reais a empresa Guararapes, que emprega mais de 40.000 pessoas no Brasil. O motivo seria a adesão ao Programa Pró-Sertão, que terceiriza parte da produção da empresa para o sertão nordestino, em oficinas de trabalho, o que o Ministério Público do Trabalho entende se tratar de precarização de mão-de-obra.

Menino ou menina: seu filho escolhe – Cesar Augusto Cavazzola Junior

A ideologia de gênero quer transformar uma condição humana natural numa imposição social.  Isso quer dizer que um menino é um menino não por fatores biológicos, mas porque a sociedade o condiciona a agir dessa forma por ter nascido com um órgão reprodutor masculino.

A lei que rege o nosso atraso – Guilherme Macalossi

A Constituição dos Estados Unidos é um documento de duzentos e trinta anos. Erigida pelos ideais de liberdade e democracia preconizados pelos fundadores da nação, ela firmou os marcos da sociedade mais desenvolvida que já surgiu na história humana. Para tanto, não foi necessário criar uma miríade de dispositivos legais. O texto original contava com apenas sete artigos, que foram emendados vinte e seis vezes ao longo do tempo. É o melhor exemplo da filosofia de que menos é mais.

Paula Lavigne, a censuradora de biografias não autorizadas, agora tenta posar de defensora da liberdade expressão – Guilherme Macalossi

Não demorou para que parte da classe artística se organizasse no sentido de criar uma contra mobilização em favor das exposições culturais de cunho sexual, alvo de enorme rejeição por parte da sociedade. Reunidos na casa da produtora Paula Lavigne, lançaram uma campanha intitulada “#342artes – Contra a censura e a difamação”.

Paula Lavigne, que faz proselitismo de exposições eróticas, já admitiu ter explorado a intimidade sexual da própria irmã – Guilherme Macalossi

Meu amigo Rodrigo Nunes envia-me um material deveras interessante sobre Paula Lavigne, o cérebro da mobilização artística em favor das exposições culturais de cunho sexual que tiveram a participação de público infantil.  Em outubro de 2013, a Veja Rio veio com uma matéria sobre a biografia da produtora e fez referência a uma fala dela em entrevista dada para a Playboy.

Não seja enganado: nudez em público não é arte, é crime! – Cesar Augusto Cavazzola Junior

O que antes era um direito à intimidade, uma questão de dignidade da pessoa humana, tem sido apresentado em praça pública, sem qualquer tipo de restrição ou vergonha. A arte, antes conhecida por cultuar o belo, tem se tornado objeto de verdadeiro desprezo pelos seus parâmetros atuais.

Toga não é faixa presidencial, muito menos coturno – Guilherme Macalossi

Barroso é o líder intelectual de uma verdadeira bancada de Ministros que atuam exatamente como ele, ainda que sem o mesmo garbo. Com isso, o Tribunal que deveria resguardar a Constituição se transformou em seu carrasco. É longa a lista de decisões tomadas pelo STF que ignoram ou infringem diretamente os preceitos legais presentes na Carta Magna. Casos como o da desapropriação de Raposa Serra do Sol, aborto de fetos anencéfalos, casamento de pessoas do mesmo sexo, legalização do aborto até o terceiro mês de gravidez, Lei do Ficha Limpa, entre outros tantos que poderiam ser facilmente elencados aqui, jamais seriam respaldados se a maioria dos integrantes do STF se ativessem ao que está disposto na letra da lei.

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Eva Lorenzato: “No Brasil e no mundo, as pessoas reconhecem o trabalho do PT”. Tchequinho não poupa

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Já se passou o tempo em que defender ex-presidiários era sinal de imoralidade. Eva Lorenzato é uma amostra destes tempos

Lula esteve na Europa recentemente. A agenda incluiu o presidente da França, Emmanuel Macron, o futuro chanceler alemão Olaf Schulz, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que disputará as eleições presidenciais francesas, o ex-premiê da Espanha José Luís Zapatero e o prêmio Nobel de Economia em 2001, Joseph Stiglitz. Na Espanha,  com o atual premiê espanhol, Pedro Sánchez.

Em Madri, Lula participou na quinta, 18, da abertura de um seminário de cooperação multilateral e recuperação em um cenário pós-Covid-19. Na ocasião, defendeu a quebra de patentes de vacinas para ampliar a igualdade no acesso aos imunizantes.

Em Paris, o ex-presidente foi recebido no Palácio do Eliseu com honras de chefe de Estado por Macron, um desafeto de Bolsonaro. Ao francês, Lula defendeu uma nova governança global e discutiu ameaças à democracia e aos direitos humanos. E por aí vai…

Eva Lorenzato (PT) não perdeu a oportunidade de enaltecer a participação do ex-presidente no cenário europeu. Para ela, o mundo inteiro reconhece o trabalho do Partido dos Trabalhadores e do PT: “Muito orgulho nós temos do estadista que Lula está sendo”. Veja:

Tchequinho (PSC), que não poupa críticas para se referir ao ex-presidente: “Ficou 16 anos saqueando o Brasil, e agora fica dando palestra dizendo que vai resolver os problemas do país”. Veja:

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Candeia critica fala de Toffoli sobre Poder Moderador e semipresidencialismo no Brasil

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Durante o 9.º Fórum Jurídico de Lisboa, o ex-presidente do Supremo afirmou que hoje o Brasil vive um “semipresidencialismo com um controle de poder moderador que hoje é exercido pelo Supremo Tribunal Federal. Basta verificar todo esse período da pandemia”. O evento foi organizado pelo supremo magistrado Gilmar Mendes.

Para Candeia, essa afirmação é o mesmo que dizer que houve uma mudança constitucional sem a participação do Congresso Nacional. Veja:

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Covid-19

Seis meses depois, a CPI dos Horrores é encerrada com indiciamento até do Presidente da República

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Durante seis meses, os brasileiros acompanharam bestializados o espetáculo midiático liderado por “três patetas”: Renan Calheiros (MDB-AL), que já pagou pensão à amante com dinheiro público e até usou jatinho da FAB para fazer implante de cabelo, com processos que podem deixar uma banca de advogados trabalhando por anos; Omar Aziz (PSD-AM), talvez o mais desconhecido dos três, mas acusado de corrupção e desvio de dinheiro público até o  último fio de cabelo; e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), um cão pinscher que late a ponto de espantar todas as pombas dum parque, mas incapaz de matar uma formiga, e não por seu um sujeito decente, mas fraco. Dá para fazer uma menção honrosa a Humberto Costa (PT-CE), um dos fiéis escudeiros de Lula, com o único papel de inviabilizar qualquer proposta que leve a assinatura de Bolsonaro.

Na véspera de completar seis meses de atividades, a CPI da Pandemia aprovou, nesta terça-feira (26), seu relatório final, em que prevaleceu o texto do senador Renan Calheiros (MDB-AL). O documento recebeu sete votos favoráveis e quatro contrários (os votos em separado apresentados por outros parlamentares não chegaram a ser analisados).

Votaram a favor do documento os senadores Omar Aziz (PSD-AM), Eduardo Braga (MDB-AM), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Otto Alencar (PSD-BA). Votaram contra os senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Marcos Rogério (DEM-RO), Jorginho Mello (PL-SC) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).

O parecer da comissão parlamentar de inquérito agora será encaminhado a diferentes órgãos públicos, de acordo com a competência de cada um. Será enviado à Câmara dos Deputados, à Polícia Federal, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao Ministério Público Federal (MPF), ao Tribunal de Contas da União (TCU), a ministérios públicos estaduais, à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Defensoria Pública da União (DPU) e ao Tribunal Penal Internacional (TPI).

A versão final do parecer, que tem 1.279 páginas, recomenda o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro pela prática de nove infrações. Os três filhos do presidente também não foram poupados pelo relator, que os acusou da prática de incitação ao crime: o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Além deles, Renan Calheiros identificou infrações penais cometidas por duas empresas, a Precisa Medicamentos e a VTCLog, e por outras 74 pessoas. Entre elas, deputados, empresários, jornalistas, médicos, servidores públicos, ministros e ex-ministros de Estado.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu ao relator Renan Calheiros a inclusão do nome de Heinze na lista com as propostas de indiciamento por disseminação de fake news, pedido que foi inicialmente aceito pelo relator. Nas palavras de Vieira:

Essa CPI teve a coragem de pedir o indiciamento do presidente da República, de outros parlamentares e do líder do governo na Câmara [deputado Ricardo Barros], e não pode fechar os olhos ao comportamento do senador [Heinze], que reiteradamente repete mentiras para desinformar o cidadão.

Parlamentares governistas saíram em defesa de Heinze e apelaram ao relator para que ele reavaliasse a decisão. O senador Jorginho Mello (PL-SC) disse que Renan, desde o início da CPI, trabalhou para tentar incriminar o presidente Bolsonaro e deveria também estar na lista. No início da noite, o próprio Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu a retirada do nome de Heinze da lista. Ele alegou motivos formais e materiais para o recuo.

Ele manifestou os desvarios usando a tribuna da comissão. Formalmente, me rendo ao argumento de que a imunidade parlamentar teria percepção alargada, embora pessoalmente não concorde com isso. Pelo mérito, uso o dito popular: ‘”não se se gasta vela boa com defunto ruim”. Não posso colocar em risco o bom trabalho da CPI por conta de mais um parlamentar irresponsável.

O último grande debate realizado na CPI repetiu o que foi visto ao longo dos seis meses de comissão. Demonstrando apoio ao relatório de Renan Calheiros (MDB-AL), os oposicionistas não pouparam críticas à atuação do governo federal na pandemia e acusaram o presidente Jair Bolsonaro de ter contribuído para o elevado número de mortes no país.

O senador Humberto Costa (PT-PE) disse que a CPI conseguiu chamar a atenção da população, trouxe luzes sobre os fatos e conseguiu provar que a estratégia do governo federal foi a busca pela imunidade coletiva sem vacinação (a chamada imunidade de rebanho), o que representa um crime doloso.

Senadores destacaram que, mesmo com o término da CPI, não vão encerrar seus esforços. Para isso, defenderam a criação da Frente Parlamentar de Observatório da Pandemia e prometeram entrar em contato com o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos e o Tribunal Penal Internacional de Haia. Os senadores governistas, por sua vez, continuaram criticando o que eles chamam de investigação seletiva da comissão, que, segundo eles, preocupou-se somente em desgastar o governo. Além disso, para eles, a CPI se omitiu ao não investigar o destino das verbas federais enviadas a estados e municípios.

Marcos Rogério disse que a CPI se revelou um estelionato político; e o relatório final, uma fake news processual. Segundo ele, a comissão protegeu acusados de corrupção. Para Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), a comissão é o maior atestado de idoneidade do governo federal, pois, de acordo com ele, o maior escândalo levantado foi o de uma vacina não adquirida e que não custou um real aos cofres públicos. O relatório, segundo Para ele, é um “relatório político e sem base jurídica”.

E os absurdos não param por aí. Antes da votação do relatório, a CPI da Pandemia aprovou seus últimos dois requerimentos. O primeiro, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), pede a quebra de sigilo telemático das redes sociais do presidente Jair Bolsonaro e a suspensão de acesso aos seus perfis — o pedido foi feito após declarações que o presidente fez em uma live associando a vacina contra a covid-19 ao desenvolvimento do vírus da aids.

É certo que o encerramento da CPI não pode ser comemorado pelos governistas. Não haverá brecha para respirar. Calheiros, Aziz, Randolfe e demais queriam a cabeça de Bolsonaro numa bandeja. No entanto, poucos levaram esse trabalho a sério. Como num tribunal do crime, onde bandidos assumem o papel inquisitório, a CPI dos Horrores nada fez pelo Brasil a não ser expor ainda mais o nível da classe de políticos que a população é obrigada a sustentar.

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