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O eleitorado de Passo Fundo O eleitorado de Passo Fundo

Passo Fundo

O eleitorado de Passo Fundo em 2016

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Um retrato do eleitorado de Passo Fundo que será disputado pelos  candidatos nas eleições municipais deste ano

Com a aproximação de mais um pleito, os partidos começam a bater cabeças atrás de candidatos ao cargo de vereador. Fazem somas complicadíssimas em busca de coligações e traçam o apoio mútuo para a majoritária, ou seja, quem será o postulante ao cargo de prefeito apoiado pela sigla, quando esta não tiver o próprio.

Parece que em Passo Fundo tudo ficará entre o atual prefeito, Luciano Azevedo (PSB) e o veterano Osvaldo Gomes (PP). Os dois concorrentes são mais conhecidos e com histórico de grandes votações no passado.

Urna EletrônicaO tempo de TV é um bem muito disputado entre as coligações. Partidos com maior representatividade na Câmara dos Deputados lá em Brasília, levam na mala um latifúndio em forma de segundos e minutos. E qualquer um com mais de 30 segundos já pode fazer a corte e receber propostas de associação, quase sempre desvinculadas de qualquer lógica ideológica.

Mas, afinal, vale a pena tanta comoção por tempo de TV? Que parcela do eleitorado toma como principal meio para conhecer os candidatos aquele programinha de TV chamado de propaganda eleitoral gratuita?

Com as novas regras eleitorais, os candidatos a prefeito de cada coligação vão repartir dois programas diários, de 10 minutos cada, de segunda a sábado (das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40). Candidatos a vereador ganham pequenas inserções ao longo do dia, juntamente com os prefeitos (60% do tempo para prefeito e 40% para vereador). PMDB e PT são os únicos partidos com mais de um minuto garantidos no blocão para prefeito, com 1’08”e 1’07”, respectivamente. PSB tem 36” e PP 40”. Veja mais sobre tempo de TV neste site.

Distribuição: o eleitorado de Passo Fundo por idade e bônus

O TSE divulgou recentemente dados sobre o eleitorado brasileiro. Passo Fundo tem 142329 eleitores aptos. O maior grupo é o da faixa entre 30 e 34 anos, com 16069 cadastros (11,29%). Sabe aquele adolescente com “sede de democracia”, que corre para o Cartório Eleitoral com 16 anos para fazer o título? São apenas 287 na cidade. Os de 17 são 761 e 18 (primeiro voto obrigatório) 2024. Os votos “18 e abaixo” então somam 3072, quase a mesma quantidade de votos dados ao Rufa (PMDB), vereador mais votado de 2012, com 3024 “confirmas”.

Um número impossível de precisar é o de eleitores que votarão pela primeira vez para prefeito em Passo Fundo. De qualquer maneira, pode chegar a 12000 votos de primeira viagem. É muita gente.

Sobre sexo

O eleitorado de Passo Fundo é predominantemente feminino. São 76.590 mulheres contra 65.739 homens. No grau de instrução, analfabetos são cerca de 2%, “lê e escreve” 3%, fundamental incompleto 29,3%, fundamental completo 9,2%,  médio incompleto 24,4%, superior incompleto 6,7% e superior completo 8,1%.

Redes Sociais

Colocamos em um gráfico a distribuição de eleitores de Passo Fundo, lado a lado com a quantidade de pessoas que usam Facebook (na mesma idade ou faixa) que declaram morar na cidade. No total, de 16 anos para cima, a ferramenta de marketing da rede social aponta 130 mil usuários em Passo Fundo.
eleitores_tse_vs_facebook_com_marca

 

Quase todas as idades e faixas apresentam grandes diferenças entre o número de eleitores (verde) e usuários no Facebook (azul). Na idade 16 são 287 eleitores contra 3200 usuários. Nestas diferenças abaixo dos 18, existe a questão opcional da confecção do título. Em todas as outras, além do óbvio “vota mas não usa Facebook”. Existe também o eleitor que mora na cidade, mas não transferiu o título, não está mais entre os obrigatórios ou falecido. A faixa de 30 até 39 é a mais parecida entre as duas fontes de dados. Vale lembrar que o Facebook só mede até a idade “65 e acima”.

Minutos na TV, 24 horas diárias na internet

Muitos políticos usam uma abordagem anacrônica em relação à internet. A montagem desesperada de coligações em busca de tempo de TV, em paralelo com o frequente desprezo das redes sociais, indica uma falta de conhecimento, coragem ou vontade de abandonar velhos paradigmas e estratégias puramente de broadcasting.

Existe uma “verdade absoluta” sobre a TV atingir tudo e todos, contra o risco e caráter “experimental” das redes sociais. O brasileiro usa quase que diariamente as redes sociais desde os primeiros passos do Orkut, na década passada. Lá se vão 12 anos. Está na hora de pensar melhor.

Tentando comparar TV com Internet

A tarefa é quase impossível. Testar teorias, complicado. A TV está presente em quase 100% dos lares passo-fundenses, mas aferições de audiência são feitas apenas por questionários e pesquisas de rua, sem qualquer meio direto, mais técnico.

Todos os programas exibidos na grade da Rede Globo são classificados e vendidos pelo próprio nome ou “Novela III”, por exemplo. O bloco de propaganda eleitoral do início da tarde fica próximo de “Jornal Hoje”, 10º lugar em audiência local. O da noite, bem mais importante, deve sair entre “Novela II”, (3º lugar) e “Jornal Nacional”, o campeão de audiência.

Telespectadores em potencial versus audiência

A Rede Globo trabalha com o número de 199 milhões de telespectadores em potencial para a cobertura nacional. O Jornal Nacional tem cerca de 26 milhões de pessoas assistindo cada edição. Se esta realidade for transportada para Passo Fundo, teremos uma audiência de 26 mil pessoas na cidade, durante este período. Com o bloco da tarde, usando a mesma equivalência, seriam 12 mil pessoas. E tudo isso ainda em um perfil bem diverso de audiência, com cerca da metade destas pessoas, durante o dia ou noite, com 50 anos ou mais de idade.

Vamos afirmar novamente: estes números são estimados, não existe confirmação e podem ser menores. E mais: eles não valem apenas para o período eleitoral, obviamente. A audiência da TV é um mistério decrescente e as grandes emissoras sabem deste problema. No entanto, nem todas executaram as ações corretas na década passada, época crucial para “fincar o pé” no mercado digital, na forma de produzir conteúdo e, bem mais importante, vender espaços.

Facebook versus TV

Até pouco tempo atrás, o mundo das páginas de Facebook era restrito a consultores e agências, juntamente com os números de audiência destes canais que, de forma peculiar, contabilizam as visualizações de conteúdo, coisa que perfis de pessoas físicas em geral não registram. Mesmo assim, várias empresas ainda cometem o erro básico de manter perfis na rede.

Com a popularização da rede social, qualquer dono de pequeno negócio começou a pilotar a própria página e os números para casos de sucesso na rede já são culturais; as pessoas sabem o que “bombou” na rede local. Claro que, para aproveitar ao máximo o rendimento das páginas, as empresas ainda devem contratar profissionais de marketing ou agências. Os erros da rede estão aí, pipocando diariamente para comprovar esta necessidade.

É possível, com um bom trabalho na página do Facebook do candidato, atingir algo entre 3000 e 10000 pessoas, só de Passo Fundo, em um único dia. Mandar uma mensagem e ainda receber interação das mesmas. Em uma estratégia completa de internet, com outras redes sociais, e-mail, site e aplicativos, este número vai muito além. É fato, quem trabalha com internet, sabe destes números.

O público da TV é bem diferente da internet e não atinge os mais jovens, o que pode ser observado na tabela a seguir:

 

tabela_tv_eleitorado_facebook_passo_fundo

 

* Audiência estimada diária de Jornal Hoje + Jornal Nacional na cidade.

** Eleitorado de Passo Fundo, apto para 2016.

*** Usuários do Facebook que declaram morar em Passo Fundo, segundo a ferramenta Audiences, da própria rede.

Considerações finais

Além de não atingir os mais jovens, todas as estimativas de público para TV apresentam um público total bem menor que o eleitorado e usuários de Facebook. Claro que não podemos garantir que 130 mil pessoas estão diariamente disponíveis na rede, todo santo dia. Mas podemos ver em relatórios o resultado diário de visualizações. E detalhes de cada pessoa que são inimagináveis para uma estratégia de TV. É possível até mesmo traçar perfis econômicos baseados em dispositivos usados para acessar o site do candidato, por exemplo.

Um usuário de internet vale mais. Usa o smartphone, interage com o conteúdo e socializa as emoções. Um telespectador tem uma experiência limitada ao círculo familiar e socializa esta experiência, via de regra, na rede. São pesos diferentes. No dia da votação, o tradicional indeciso que olha para o chão e vasculha números de santinhos espalhados, desta vez anda com o celular no bolso. Já possuía em 2012, mas agora tem o 3G/4G e Wi-fi bem mais populares.

O mistério do WhatsApp. Em recente pesquisa feita com manifestantes que participaram dos eventos contra o governo federal na cidade, 30% deles declararam não possuir conta no Facebook e usar unicamente o aplicativo de mensagens no mundo digital. Para os profissionais de marketing digital, o app pode ser um pesadelo. Não existe forma fácil de monitoramento e contagem de visualizações nos diferentes grupos criados diariamente, além da identificação especial de cada link publicado, nos canais controlados pelas equipes dos candidatos. Fora destes locais, nada feito.

Desconsideramos, por questões técnicas, os efeitos das inserções ao longo da programação, por ser impossível medir o resultado.

Devemos lembrar também que as estimativas de audiência para a TV são para os programas que ocupam a grade no momento da exibição do horário eleitoral. E horário eleitoral não é Jornal Nacional, obviamente.

O candidato que busca equilíbrio na disputa pelo tempo de TV e despreza a internet, está cometendo um erro. O eleitor deve estar atento à estratégia de comunicação dos políticos neste pleito. Nunca foi tão fácil comunicar em uma campanha eleitoral.

 

Números sobre audiência na grade da Rede Globo: aqui.

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Vereador denuncia a péssima qualidade dos materiais nas obras de Passo Fundo

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Embora elogioso quanto ao trabalho entregue nas primeiras etapas, o vereador Gringo usou a tribuna para criticar a finalização de trechos de obras na cidade, muitas delas apresentando problemas poucos dias após a entrega

É certo que dois papeis os vereadores exercem e, legalmente falando, estão limitados a isto: fiscalizar e criar leis. Não são poucos aqueles que se decepcionam com a política, justamente porque não conseguem ir além. Não é uma questão de incompetência, mas de limitação imposta pela lei. Muitos entram com o interesse de fazer o mundo girar, mas pouco tempo depois caem na realidade.

Muitos vereadores tratam desse assunto na tribuna. Deve ser ainda pior para os parlamentares que ingressam na política por vias comunitárias, isto é, atuando como presidente de bairro e outras entidades. estes são cobrados de asfalto até troca de lâmpada. Infelizmente, muitos deles se candidatam sem nem mesmo saber que isso não é função de vereador.

Para não dizer que nada podem fazer, há o conhecido “pedido de indicação”, quando o parlamentar requer, junto ao Poder Executivo Municipal, que alguma obra específica seja feita na cidade. Na prática, é como a antiga “Porta da Esperança”, do Sílvio Santos, onde as pessoas faziam seus pedidos e algumas vezes eram atendidos. Mas “esperança” é um termo que vem a calhar, porque não há certeza. Semanalmente, vereadores reclamam que seus pedidos não são atendidos, sobretudo entre os parlamentares da “oposição”, ou seja, aqueles que não estão no grupo de apoio do prefeito.

Na Sessão Plenária do dia 8 de agosto de 2022, o vereador conhecido como “Professor Gringo” apontou recente protocolo de Moção de Repúdio, por conta das obras de canalização no bairro José Alexandre Zachia, realizadas pela empresa SILPAV CONSTRUÇÕES LTDA. Segundo a justificativa da proposição:

Devido a falta de comprometimento desta empresa, abandono das obras de canalização, não concluindo as obras ou instalando material de baixa qualidade nos bueiros do bairro Zachia, pelo descaso as respostas das notificações emitidas pela secretaria de obras do município, pela falta de responsabilidade e compromisso por parte dessa empresa na conclusão das obras públicas, é que apresentamos essa moção de repúdio. Todavia foi oferecido todas as oportunidades de respostas e prazos para defesa ou solução/conclusão das obras da primeira e segunda fase da canalização no bairro Zachia, mas sem sucesso nas tratativas ou feedback por parte da empresa. (sic)

Três pontos estão sendo considerados: (a) demora na execução da obra; (b) material de baixa qualidade; e (c) pela falta de responsabilidade e compromisso por parte da empresa na conclusão das obras públicas. De acordo com as imagens apresentadas na tribuna, há trechos que já apresentam problemas poucos dias depois de reformados.

Veja, a seguir, o trecho com a fala do parlamentar:

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Vereador quer a retomada do espírito natalino na cidade

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Indiomar dos Santos sugere a criação de um concurso das casas mais bem decoradas em Passo Fundo, proposta que pode resgatar parte do que se perdeu ao longo dos anos na cidade

Na Sessão Plenária do dia 8 de agosto de 2022, o atual presidente da Câmara em exercício, o vereador Indiomar dos Santos, destacou na tribuna indicação recente sua. Trata-se da Indicação n. 330/2022, ao poder Executivo Municipal, para a criação de concurso em comemoração ao Natal, com premiação para as 10 casas mais bem decoradas.

De acordo com o parlamentar, a motivação da proposta é resgatar o espírito natalino na cidade. Conforme consta na justificativa da proposição:

“O objetivo desta indicação é resgatar o espírito natalino, reafirmando os valores de fraternidade, solidariedade e o bem comum, assim como incentivar o envolvimento da comunidade local e estimular o engajamento nas ações da cidade. Valorizar a convivência entre a comunidade e estimular a criatividade, trazendo mais beleza para as festividades natalinas. É fundamental mantermos viva a essência do Natal, preservando bons sentimentos como empatia, amor ao próximo e união entre as pessoas. Todas famílias poderão participar do concurso, sendo a premiação em dinheiro para as 10 casas mais bem decoradas e a inscrição deverá ser feita via edital. Os recursos para premiação poderão ser buscados via iniciativa pública e privada”.

Se a iniciativa tiver o suporte da iniciativa privada, evitando qualquer despesa aos cofres públicos, poderá funcionar. Quem sabe, num futuro próximo, Passo Fundo possa voltar a brilhar no Natal nos mesmos moldes de 20 anos atrás.

Veja, a segui, o trecho com a fala do parlamentar:

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Saiba como foi enviado o dinheiro para a obra do Aeroporto de Passo Fundo

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A Lócus teve acesso ao fluxo financeiro do convênio entre o governo federal e estadual referente à reforma do aeroporto de Passo Fundo. Bolsonaro, mesmo que não seja reeleito nas próximas eleições, será o presidente que mais mandou recursos para a obra, com mais de 98% do saldo atual.

A Lócus solicitou informações ao governo do estado do Rio Grande do Sul sobre as operações financeiras envolvendo o governo federal e o nosso estado, no convênio firmado para a reforma do Aeroporto Lauro Kortz. O dado oficial foi obtido através de solicitação via Lei de Acesso à Informação, requerido em 19 de julho e respondido em 3 de agosto.

De um total previsto de R$ 43.700.000,00, o governo federal já enviou R$ 41.926.222,30 até o dia 30 de junho deste ano. Sendo assim, para fechar a conta, ainda falta R$ 1.773.777,70 do governo federal. A contrapartida do Estado foi até a mesma data de R$ 1.351.546,39, sendo este o valor total previsto no projeto. Tecnicamente, o governo Leite/Ranolfo não deve mais nada além da condução e gerenciamento da obra. Há um porém: por contrato, qualquer gasto a mais nesta obra será pago pelo Rio Grande do Sul.

Dos presidentes, quem mandou o dinheiro?

A reforma do aeroporto de Passo Fundo é fruto de um programa federal dos tempos do governo Dilma. Não é algo especial para a cidade, e sim para a melhoria do transporte aéreo no Brasil, que incluiu nosso aeroporto, pela importância regional.

O programa em sua versão original para a região sul.

O Programa de Investimento em Logística – Aeroportos foi lançado em dezembro de 2012 e pretendia investir R$ 7,3 bilhões em 270 aeroportos regionais na primeira fase (67 no Norte, 64 no Nordeste, 31 no Centro-Oeste, 65 no Sudeste e 43 no Sul). O programa permaneceu quase que só no papel até 2016, já no governo Temer, quando foi reduzido para 123 aeroportos, com previsão de R$ 2,4 bilhões em investimentos.

O primeiro repasse do convênio caiu na conta do Governo RS no dia 31/12/2018, com o valor de R$ 517.645,22. Foi a primeira (e única) participação do governo Temer, ao apagar das luzes, e um ano depois do Termo de Compromisso, para a obra ser assinado com muita festa no Palácio Piratini.

aeroporto de passo fundo

A soma dos repasses federais, ano a ano.

 

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Todos os repasses e suas somas. Tabela montada com dados do governo gaúcho.

 

Bolsonaro, mesmo que não seja reeleito nas próximas eleições, será o presidente que mais mandou recursos para a obra do aeroporto, com mais de 98% do saldo atual. O compromisso de reforma foi recebido de herança dos governos anteriores, diga-se a verdade, com todos os erros e acertos. Mesmo assim, o presidente errou ao queimar a largada, “inaugurando” um terminal de passageiros que até hoje está em obras.

aeroporto de passo fundo

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Informações sobre o repasse disponíveis na transparência do Governo Federal: os dados batem com o informado pelo governo gaúcho.

Curiosidades sobre o convênio

A cada depósito do Governo Federal, o Estado corre atrás e adiciona à conta do projeto a sua parte no repasse. Só depois de algum tempo são feitos os pagamentos para as empresas vencedoras da licitação – a Traçado e a Engelétrica.

Neste intervalo, o dinheiro não fica parado. Há um rendimento adicionado periodicamente ao saldo que, no dia 30 de junho de 2022, chegava ao montante de R$ 480.015,09.

Exemplo: repasses de 2018/2019: o governo federal manda dinheiro, o estadual deposita mais um pouco e depois são pagos os fornecedores. O saldo remanescente vai rendendo.

O Termo de Compromisso para a obra já foi aditivado duas vezes. No último aditivo (01/06/2021), a vigência do TC foi prorrogada por mais 730 dias, jogando a data prevista para o final da obra para 11 de novembro de 2022.

Também foi adicionada uma cláusula ao contrato que veda o uso de saldo remanescente ou de rendimentos para arcar com pagamentos de reajustes contratuais, devendo o Estado assumir com recursos próprios estes valores.

E daqui pra frente?

Ainda não podemos falar sobre término das obras e finalização completa deste Termo de Compromisso que rege a reforma do Aeroporto Lauro Kortz, com prazo formal esticado até quase o final de 2022. Segundo fontes, faltam equipamentos como esteiras de bagagens para o terminal, entre outros sistemas. Do lado estadual, há que se verificar gastos adicionais paralelos ao contratado, bem como desdobramentos da parceria recente com a INFRAERO.

A comunidade de Passo Fundo deve se preparar para em um futuro próximo discutir esta reforma que encurtou e não alargou a pista (mesmo que algumas mídias locais insistam e dizer que a pista foi ampliada), bem como buscar recursos para melhorias que não foram nem ao menos pensadas neste projeto.

A Lócus, em breve, voltará ao assunto.

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